quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Lendas Urbanas( GATO PRETO )

Não espero nem solicito o crédito do leitor para a tão extraordinária e no entanto tão familiar história que vou contar. Louco seria esperá-lo, num caso cuja evidência até os meus próprios sentidos se recusam a aceitar. No entanto não estou louco, e com toda a certeza que não estou a sonhar. Mas porque posso morrer amanhã, quero aliviar hoje o meu espírito. O meu fim imediato é mostrar ao mundo, simples, sucintamente e sem comentários, uma série de meros acontecimentos domésticos.

Nas suas consequências, estes acontecimentos aterrorizaram-me, torturaram-me, destruíram-me. No entanto, não procurarei esclarecê-los. O sentimento que em mim despertaram foi quase exclusivamente o de terror; a muitos outros parecerão menos terríveis do que extravagantes. Mais tarde, será possível que se encontre uma inteligência qualquer que reduza a minha fantasia a uma banalidade. Qualquer inteligência mais serena, mais lógica e muito menos excitável do que a minha encontrará tão somente nas circunstâncias que relato com terror uma sequência bastante normal de causas e efeitos.

Já na minha infância era notado pela docilidade e humanidade do meu carácter. Tão nobre era a ternura do meu coração, que eu acabava por tornar-me num joguete dos meus companheiros. Tinha uma especial afeição pelos animais e os meus pais permitiam-me possuir uma grande variedade deles. Com eles passava a maior parte do meu tempo e nunca me sentia tão feliz como quando lhes dava de comer e os acariciava. Esta faceta do meu carácter acentuou-se com os anos, e, quando homem, aí achava uma das minhas principais fontes de prazer. Quanto àqueles que já tiveram uma afeição por um cão fiel e sagaz, escusado será preocupar-me com explicar-lhes a natureza ou a intensidade da compensação que daí se pode tirar. No amor desinteressado de um animal, no sacrifício de si mesmo, alguma coisa há que vai direito ao coração de quem tão frequentemente pôde comprovar a amizade mesquinha e a frágil fidelidade do homem.

Casei jovem e tive a felicidade de achar na minha mulher uma disposição de espírito que não era contrária à minha. Vendo o meu gosto por animais domésticos, nunca perdia a oportunidade de me proporcionar alguns exemplares das espécies mais agradáveis. Tínhamos pássaros, peixes dourados, um lindo cão, coelhos, um macaquinho, e um gato.

Este último era um animal notavelmente forte e belo, completamente preto e excepcionalmente esperto. Quando falávamos da sua inteligência, a minha mulher, que não era de todo impermeável à superstição, fazia frequentes alusões à crença popular que considera todos os gatos pretos como feiticeiras disfarçadas. Não quero dizer que falasse deste assunto sempre a sério, e se me refiro agora a isto não é por qualquer motivo especial, mas apenas porque me veio à ideia. Plutão, assim se chamava o gato, era o meu amigo predilecto e companheiro de brincadeiras. Só eu lhe dava de comer e seguia-me por toda a parte, dentro de casa. Era até com dificuldade que conseguia impedir que me seguisse na rua.

A nossa amizade durou assim vários anos, durante os quais o meu temperamento e o meu carácter sofreram uma alteração radical - envergonho-me de o confessar - para pior, devido ao demónio da intemperança. De dia para dia me tornava mais taciturno, mais irritável, mais indiferente aos sentimentos dos outros. Permitia-me usar de uma linguagem brutal com minha mulher. Com o tempo, cheguei até a usar de violência. Evidentemente que os meus pobres animaizinhos sentiram a transformação do meu carácter. Não só os desprezava como os tratava mal. Por Plutão, porém, ainda nutria uma certa consideração que me não deixava maltratá-lo. Quanto aos outros, não tinha escrúpulos em maltratar os coelhos, o macaco e até o cão, quando por acaso ou por afeição se atravessavam no meu caminho.

Mas a doença tomava conta de mim - pois que doença se assemelha à do álcool? - e, por fim, até o próprio Plutão, que estava a ficar velho e, por consequência, um tanto impertinente, até o próprio Plutão começou a sentir os efeitos do meu carácter perverso.

Certa noite, ao regressar a casa, completamente embriagado, de volta de um dos tugúrios da cidade, pareceu-me que o gato evitava a minha presença. Apanhei-o, e ele, horrorizado com a violência do meu gesto, feriu-me ligeiramente na mão com os dentes. Uma fúria dos demónios imediatamente se apossou de mim. Não me reconhecia. Dir-se-ia que a minha alma original se evolara do meu corpo num instante e uma ruindade mais do que demoníaca, saturada de genebra, fazia estremecer cada uma das fibras do meu corpo. Tirei do bolso do colete um canivete, abri-o, agarrei o pobre animal pelo pescoço e, deliberadamente, arranquei-lhe um olho da órbita! Queima-me a vergonha e todo eu estremeço ao escrever esta abominável atrocidade.

Quando, com a manhã, me voltou a razão, quando se dissiparam os vapores da minha noite de estúrdia, experimentei um sentimento misto de horror e de remorso pelo crime que tinha cometido. Mas era um sentimento frágil e equívoco e o meu espírito continuava insensível. Voltei a mergulhar nos excessos, e depressa afoguei no álcool toda a recordação do acto.

Entretanto, o gato curou-se lentamente. A órbita agora vazia apresentava, na verdade, um aspecto horroroso, mas o animal não aparentava qualquer sofrimento. Vagueava pela casa como de costume, mas, como seria de esperar, fugia aterrorizado quando eu me aproximava. Porém, restava-me ainda o suficiente do meu velho coração para me sentir agravado por esta evidente antipatia da parte de um animal que outrora tanto gostara de mim. Em breve este sentimento deu lugar à irritação. E para minha queda final e irrevogável, o espírito da PERVERSIDADE fez de seguida a sua aparição. Deste espírito não cura a filosofia. No entanto, não estou mais certo da existência da minha alma do que do facto que a perversidade é um dos impulsos primitivos do coração humano; uma dessas indivisas faculdades primárias, ou sentimentos, que deu uma direcção ao carácter do homem. Quem se não surpreendeu já uma centena de vezes cometendo uma acção néscia ou vil, pela única razão de saber que a não devia cometer? Não temos nós uma inclinação perpétua, pese ao melhor do nosso juízo, para violar aquilo que constitui a Lei, só porque sabemos que o é? E digo que este espírito de perversidade surgiu para minha perda final. Foi este anseio insondável da alma por se atormentar, por oferecer violência à sua própria natureza, por fazer o mal só pelo mal, que me forçou a continuar e, finalmente, a consumar a maldade que infligi ao inofensivo animal. Certa manhã, a sangue-frio, passei-lhe um nó corredio ao pescoço e enforquei-o no ramo de uma árvore; enforquei-o com as lágrimas a saltarem-me dos olhos e com o mais amargo remorso no coração; enforquei-o porque sabia que me tinha tido afeição e porque sabia que não me tinha dado razão para a torpeza; enforquei-o porque sabia que ao fazê-lo estava cometendo um pecado, um pecado mortal que comprometia a minha alma imortal a ponto de a colocar, se tal fosse possível, mesmo para além do alcance da infinita misericórdia do Deus Mais Piedoso e Mais Severo.

Na noite do próprio dia em que este acto cruel foi perpetrado, fui acordado do sono aos gritos de «Fogo!». As cortinas da minha cama estavam em chamas; toda a casa era um braseiro. Foi com grande dificuldade que minha mulher, uma criada e eu conseguimos escapar do incêndio. A destruição foi completa. Todos os meus bens materiais foram destruídos, e daí em diante mergulhei no desespero.

Sou superior à fraqueza de procurar estabelecer uma seqüência de causa a efeito entre a atrocidade e o desastre. Limito-me, porém, a narrar uma cadeia de acontecimentos e não quero deixar nem um elo sequer incompleto. Nos dias que se sucederam ao incêndio, visitei as ruínas. As paredes, à exceção de uma, tinham abatido por completo. Esta exceção era constituída por um tabique interior, não muito espesso, que estava sensivelmente a meio da casa, e de encontro ao qual antes ficava a cabeceira da minha cama. O reboco resistira em grande parte à ação do fogo, fato que atribuo a ter sido pouco antes restaurado.

Próximo desta parede juntara-se uma densa multidão e muitas pessoas pareciam estar a examinar certa zona em particular, com minúcia e grande atenção. A minha curiosidade foi despertada pelas palavras «estranho», «singular» e outras expressões semelhantes. Aproximei-me e vi, como se fora gravado em baixo revelo, sobre a superfície branca, a figura de um gato gigantesco. A imagem estava desenhada com uma precisão realmente espantosa. Em volta do pescoço do animal estava uma corda.

Mal vi a aparição, pois nem podia pensar que doutra coisa se tratasse, o meu assombro e o meu terror foram imensos. Por fim, a reflexão veio em meu auxílio. Lembrei-me que o gato fora enforcado num jardim junto à casa. Após o alarme de incêndio, O dito jardim fora imediatamente invadido pela multidão e por alguém que deve ter cortado a corda do gato e o deve ter lançado para dentro do meu quarto, por uma janela aberta. Isto deve ter sido feito, provavelmente, com a intenção de me acordar. A queda das outras paredes tinha comprimido a vítima da minha crueldade na substância do reboco recentemente aplicado e cuja cal, combinada com as chamas e o amoníaco do cadáver, tinha produzido a imagem tal como eu a via.

Tendo assim satisfeito prontamente a minha razão - que não totalmente a minha consciência - sobre o facto extraordinário atrás descrito, não deixou este, no entanto, de causar profunda impressão na minha imaginação. Durante meses não consegui libertar-me do fantasma do gato, e, durante este período, voltou-me ao espírito uma espécie de sentimento que parecia remorso, mas que o não era. Cheguei ao ponto de lamentar a perda do animal e a procurar à minha volta, nos sórdidos tugúrios que agora frequentava com assiduidade, um outro animal da mesma espécie e bastante parecido que preenchesse o seu lugar.

Uma noite, estava eu sentado meio aturdido num antro mais do que infamante, a minha atenção foi despertada por um objecto preto que repousava no topo de um dos enormes toneis de gin ou de rum que constituíam o principal mobiliário do compartimento. Havia minutos que olhava para a parte superior do tonel, e o que agora me causava surpresa era o facto de não me ter apercebido mais cedo do objecto que estava em cima. Aproximei-me e toquei-lhe com a mão. Era um gato preto, um gato enorme, tão grande como Plutão e semelhante a ele em todos os aspectos menos num. Plutão não tinha sequer um único pêlo branco no corpo, enquanto este gato tinha uma mancha branca, grande mas indefinida, que lhe cobria toda a região do peito.

Quando lhe toquei, imediatamente se levantou e ronronou com força, roçou-se pela minha mão, e parecia contente por o ter notado. Era este, pois, o animal que eu procurava. Imediatamente propus a compra ao dono, mas este nada tinha a reclamar pelo animal, nada sabia a seu respeito, nunca o tinha visto até então.

Continuei a acariciá-lo, e quando me preparava para ir para casa, o animal mostrou-se disposto a acompanhar-me. Permiti que o fizesse, inclinando-me de vez em quando para o acariciar enquanto caminhava. Quando chegou a casa, adaptou-se logo e logo se tornou muito amigo da minha mulher.

Pela minha parte, não tardou em surgir em mim uma antipatia por ele. Era exactamente o reverso do que eu esperava, mas, não sei como nem porquê, a sua evidente ternura por mim desgostava-me e aborrecia-me. Lentamente, a pouco e pouco, esses sentimentos de desgosto e de aborrecimento transformaram-se na amargura do ódio. Evitava o animal; um certo sentimento de vergonha e a lembrança do meu anterior acto de crueldade impediram-me de o maltratar fisicamente. Abstive-me, durante semanas, de o maltratar ou exercer sobre ele qualquer violência, mas, gradualmente, muito gradualmente, cheguei a nutrir por ele um horror indizível e a fugir silenciosamente da sua odiosa presença como do bafo da peste.

O que aumentou, sem dúvida, o meu ódio pelo animal foi descobrir, na manhã do dia seguinte a tê-lo trazido para casa, que, tal como Plutão, tinha também sido privado de um dos seus olhos. Esta circunstância, contudo, mais afeição despertou na minha mulher, que, como já disse, possuía em alto grau aquele sentimento de humanidade que fora em tempos característica minha e a fonte de muitos dos meus prazeres mais simples e mais puros.

Com a minha aversão pelo gato parecia crescer nele a sua preferência por mim. Seguia os meus passos com uma pertinácia que seria difícil fazer compreender ao leitor. Sempre que me sentava, enroscava-se debaixo da minha cadeira ou saltava-me para os joelhos, cobrindo-me com as suas repugnantes carícias. Se me levantava para caminhar, metia-se-me entre os pés e quase me fazia cair ou, fincando as suas garras compridas e aguçadas no meu roupão, trepava-me até ao peito. Em tais momentos, embora a minha vontade fosse matá-lo com uma pancada, era impedido de o fazer, em parte pela lembrança do meu crime anterior mas, principalmente, devo desde já confessá-lo, por um verdadeiro medo do animal.

Este medo não era exactamente o receio de um mal físico; no entanto, é me difícil defini-lo de outro modo. Quase me envergonhava admitir - sim, mesmo aqui, nesta cela de malfeitor, eu me envergonho de admitir - que o terror e o horror que o animal me infundia se viam acrescidos de uma das fantasias mais perfeitas que é possível conceber. Minha mulher tinha-me chamado várias vezes a atenção para o aspecto da mancha de pêlo branco de que já falei, e que era a única diferença aparente entre o estranho animal e aquele que eu tinha eliminado. O leitor lembrar-se-á que esta marca, embora grande, era, originariamente, bastante indefinida, mas, gradualmente, por fases quase imperceptíveis e que durante muito tempo a minha razão lutou por rejeitar como fantasiosas, assumira, finalmente, uma rigorosa nitidez de contornos. Era agora a imagem de um objecto que me repugna mencionar, e por isso eu o odiava e temia acima de tudo, e ter-me-ia visto livre do monstro se o ousasse. Era agora a imagem de uma coisa abominável e sinistra: a imagem da forca!, oh!, lúgubre e terrível máquina de horror e de crime, de agonia e de morte.

Por essa altura, eu era, na verdade, um miserável maior do que toda a miséria humana. E um bruto animal cujo semelhante eu destruíra com desprezo, um bruto animal a comandar-me, a mim, um homem, feito à imagem do Altíssimo - oh!, desventura insuportável. Ah, nem de dia nem de noite, nunca, oh!, nunca mais, conheci a bênção do repouso! Durante o dia o animal não me deixava um só momento. De noite, a cada hora, quando despertava dos meus sonhos cheios de indefinível angústia, era para sentir o bafo quente daquela coisa sobre o meu rosto e o seu peso enorme, encarnação de um pesadelo que eu não tinha forças para afastar, pesando-me eternamente sobre o coração. Sob a pressão de tormentos como estes, os fracos resquícios do bem que havia em mim desapareceram. Só os pensamentos pecaminosos me eram familiares - os mais sombrios e os mais infames dos pensamentos. A tristeza do meu temperamento aumentou até se tornar em ódio a tudo e à humanidade inteira. Entretanto, a minha dedicada mulher era a vítima mais usual e paciente das súbitas, frequentes e incontroláveis explosões de fúria a que então me abandonava cegamente.

Um dia acompanhou-me, por qualquer afazer doméstico, à cave do velho edifício onde a nossa pobreza nos forçava a habitar. O gato seguiu-me nas escadas íngremes e quase me derrubou, o que me exasperou até à loucura. Apoderei-me de um machado, e desvanecendo-se na minha fúria o receio infantil que até então tinha detido a minha mão, desferi um golpe sobre o animal, que seria fatal se o tivesse atingido como eu queria. Mas o golpe foi sustido diabólicamente pela mão da minha mulher. Enraivecido pela sua intromissão, libertei o braço da sua mão e enterrei-lhe o machado no crânio. Caiu morta, ali mesmo, sem um queixume.

Consumado este horrível crime, entreguei-me de seguida, com toda a determinação, à tarefa de esconder o corpo. Sabia que não o podia retirar de casa, quer de dia quer de noite, sem correr o risco de ser visto pelos vizinhos. Muitos projectos se atropelaram no meu cérebro. Em dado momento, cheguei a pensar em cortar o corpo em pequenos pedaços e destruí-los um a um pelo fogo. Noutro, decidi abrir uma cova no chão da cave. Depois pensei deitá-lo ao poço do jardim, ou metê-lo numa caixa como qualquer vulgar mercadoria e arranjar um carregador para o tirar de casa. Por fim, detive-me sobre o que considerei a melhor solução de todas. Decidi emparedá-lo na cave como, segundo as narrativas, faziam os monges da Idade Média às suas vítimas.

A cave parecia convir perfeitamente aos meus intentos. As paredes não tinham sido feitas com os acabamentos do costume e, recentemente, tinham sido todas rebocadas com uma argamassa grossa que a humidade ambiente não deixara endurecer. Além do mais, numa das paredes havia uma saliência causada por uma chaminé falsa ou por uma lareira que tinha sido entaipada para se assemelhar ao resto da cave. Não duvidei que me seria fácil retirar os tijolos neste ponto, meter lá dentro o cadáver e tornar a pôr a taipa como antes, de modo que ninguém pudesse lobrigar qualquer sinal suspeito.

Não me enganei nos meus cálculos. Com o auxílio de um pé-de-cabra retirei facilmente os tijolos, e depois de colocar cuidadosamente o corpo de encontro à parede interior, mantive-o naquela posição ao mesmo tempo que, com um certo trabalho, devolvia a toda a estrutura o seu aspecto primitivo.

Usando de toda a precaução, procurei argamassa, areia e fibras com que preparei um reboco que se não distinguia do antigo e, com o maior cuidado, cobri os tijolos. Quando terminei, vi com satisfação que tudo estava certo. A parede não denunciava o menor sinal de ter sido mexida. Com o maior escrúpulo, apanhei do chão os resíduos. Olhei em volta, triunfante, e disse para comigo: «Aqui, pelo menos, não foi infrutífero o meu trabalho.»

A seguir procurei o animal que tinha sido a causa de tanta desgraça, pois que, finalmente, tinha resolvido matá-lo. Se o tivesse encontrado naquele momento, era fatal o seu destino. Mas parecia que o astuto animal se alarmara com a violência da minha cólera anterior e evitou aparecer-me na frente, dado o meu estado de espírito. É impossível descrever ou imaginar a intensa e aprazível sensação de alívio que a ausência do detestável animal me trouxe. Não me apareceu durante toda a noite, e deste modo, pelo menos por uma noite, desde que o trouxera para casa, dormi bem e tranquilamente; sim, dormi, mesmo com o crime a pesar-me na consciência.

Passaram-se o segundo e terceiro dias e o meu verdugo não aparecia. Mais uma vez respirei como um homem livre. O monstro, aterrorizado, tinha abandonado a casa para sempre! Nunca mais voltaria a vê-lo!

Suprema felicidade a minha! A culpa da acção tenebrosa inquietava-me pouco. Fizeram-se alguns interrogatórios que colheram respostas satisfatórias. Fez-se inclusivamente uma busca, mas, naturalmente, nada se descobriu. Dava como certa a minha felicidade futura.

No quarto dia após o crime, surgiu inesperadamente em minha casa um grupo de agentes da Polícia que procederam a uma rigorosa busca. Eu, porém, confiado na impenetrabilidade do esconderijo, não sentia qualquer embaraço. Os agentes quiseram que os acompanhasse na sua busca. Não deixaram o mínimo escaninho por investigar. Por fim, pela terceira ou quarta vez, desceram à cave. Nem um músculo me tremeu. O meu coração batia calmamente como o coração de quem vive na inocência. Percorri a cave de ponta a ponta. De braços cruzados no peito, andava descontraído de um lado para o outro. Os agentes estavam completamente satisfeitos e prontos para partir. O júbilo do meu coração era demasiado intenso para que o pudesse suster. Ansiava por dizer pelo menos uma palavra à guisa de triunfo e para tornar duplamente evidente a sua convicção da minha inocência.

- Senhores - disse por fim, quando iam a subir os degraus. - Estou satisfeito por ter dissipado as vossas suspeitas. Desejo muita saúde para todos, e um pouco mais de cortesia. A propósito, esta casa está muito bem construída (e no meu furioso desejo de dizer qualquer coisa com à-vontade, mal sabia o que estava a dizer). Direi, até, que é uma casa excelentemente construída. Estas paredes... vão-se já embora, meus senhores?... Estas paredes estão solidamente ligadas. - E neste momento, por uma frenética fanfarronice, bati com força, com uma bengala que tinha na mão, na parede atrás da qual se encontrava o cadáver da minha querida esposa.

Ah!, que Deus me livre das garras do arquidemónio! Mal tinha o eco das minhas pancadas mergulhado no silêncio, quando uma voz lhes respondeu de dentro do túmulo: um gemido, a princípio abafado e entrecortado como o choro de urna criança, que depois se transformou num prolongado grito sonoro e contínuo, extremamente anormal e inumano. Um bramido, um uivo, misto de horror e de triunfo, tal como só do inferno poderia vir, provindo das gargantas conjuntas dos condenados na sua agonia e dos demónios no gozo da condenação.

Seria insensato falar dos meus pensamentos. Senti-me desfalecer e encostei-me à parede da frente. Tolhidos pelo terror e pela surpresa, os agentes que subiam a escada detiveram-se por instantes. Logo a seguir, doze braços vigorosos atacavam a parede. Esta caiu de um só golpe. O cadáver, já bastante decomposto e coberto de pastas de sangue, apareceu erecto frente aos circunstantes. Sobre a cabeça, com as vermelhas fauces dilatadas e o olho solitário chispando, estava o odioso gato cuja astúcia me compelira ao crime e cuja voz delatora me entregava ao carrasco. Eu tinha emparedado o monstro no túmulo!

Lendas Urbanas ( O Acidente)

Esse relato verídico ocorreu perto da cidade de Londrina, no Paraná.

Segundo eu apurei quando estive lá, o fato ocorreu a 20 Km da entrada da cidade.
Um casal de noivos, André e Marcela, recém noivados, estavam rumando para a cidade após a cerimônia de noivado ocorrido na casa dos pais do noivo.
Estavam muito felizes e mal sabiam o que estava para acontecer.
André, cansado da festa e da viagem, pensando no bem estar da noiva e no seu, queria chegar em casa o quanto antes para descansar.

Sempre cuidadoso no trânsito, desta vez estava um bocado acima da velocidade permitida, mas não se dava conta disso, afinal, naquela hora da noite a estrada estava vazia. Apesar do cansaço e da velocidade, a viagem transcorria bem, até que, ao fazer uma curva fechada, foi surpreendido por um caminhão que trafegava em sentido contrário e estava ligeiramente invadindo a faixa contrária.

Se André dirigisse em menor velocidade, talvez conseguisse controlar o veículo, o que infelizmente não foi possível. O veículo rodopiou para fora da curva e veio a colidir com uma árvore. O motorista do caminhão nem se deu conta do ocorrido e seguiu viagem.
Segundos após a colisão, Marcela, quase inconsciente e muito assustada, reparou que sangrava muito, não conseguia respirar direito e sentia uma forte dor no abdômen.
Neste estado, não conseguia discernir o que estava acontecendo, mas, apesar das fortes dores, pode notar que André a retirou no veículo e passou a andar no acostamento da estrada com ela no colo.

Se sentiu aliviada ao pensar que seu grande amor, por estar com ela no colo, deveria estar melhores condições do que ela.
Enquanto carregava Marcela no colo, André se queixava de fortes dores nas pernas.
Aqueles momentos pareciam intermináveis, a estrada estava deserta e não aparecia ninguém para ajudar.
Devido aos ferimentos e ao forte sangramento, Marcela começo a sentir que ia desmaiar.
Segundos antes, pode ouvir claramente André dizer:

- Meu amor, daqui a instantes você vai estar bem, será medicada e vai ficar boa muito rápido.
Lembre-se sempre que meu amor por você sempre foi a coisa mais verdadeira da minha vida.
Após ouvir essas palavras, Marcela perdeu os sentidos, os quais foi recuperar dois dias depois, no hospital, ao sair do coma.

A primeira coisa que fez ao recobrar a consciência foi perguntar por André.
O médico lhe disse que tudo estava bem, para que não se preocupasse e que tentasse descansar. Após ser sedada novamente, a conversa que se seguiu entre o médico e a mãe de Marcela foi, no mínimo, estarrecedora:

- Senhora Júlia, por enquanto sua filha não pode saber que o noivo dela faleceu no mesmo instante. Pobre rapaz, ficou preso às ferragens pelas pernas e não resistiu à hemorragia. Já ela teve mais sorte ao apenas fraturar as duas pernas...
- Sim doutor, ela não saberá por enquanto. André era como um filho para mim. A tristeza por sua perda nem me permite raciocinar... Como é que, apesar dos ferimentos, ela foi parar a 50 metros de um posto policial... três Km do local do acidente...

E você, o que acha?

Teria Marcela percorrido essa distância nas condições em que estava, ou será que, mais do que um torpor irracional de insensatos apaixonados, o amor é uma força tão poderosa que, em casos extremos, pode atravessar a cortina que separa a vida da morte?

Com certeza André sabe a resposta!

LENDAS Urbanas ( Madre Florzinha )

Nas minhas peregrinações por este (e outros) mundo, sempre me deparei com o estranho e o bizarro.

Muitas regiões visitadas estavam repletas de fontes que indicavam que o sobrenatural se fazia presente por lá. Porém, por mais que pareça inusitado, o nordeste do Brasil foi uma das regiões mais ricas em histórias e fatos os quais eu presenciei e registrei, assim, hoje posso relatar sobre eles.

Um dos fenômenos mais assustadores que eu presenciei foi de um espírito do mato, muito semelhante ao Curupira, do folclore brasileiro, mas os cearenses o chamam de... Madre Florzinha...

Essa é a denominação de um espírito do mato que se manifesta nas noites do sertão...
Quando você estiver no sertão do Ceará, lembre-se de tomar cuidado ao sair para caçar de noite.
Se, durante a caçada, você ouvir um assovio de gelar a espinha, tenha certeza que se trata dela! Dizem os matutos que, quando o assovio estiver longe, ela está perto, e quando o assovio estiver perto, ela está longe.

A Madre Florzinha fica se movendo em círculos em volta dos caçadores enquanto assovia...
Aquele silvo parece estar todo a sua volta ao mesmo tempo, se esgueia no meio do matagal como uma cobra, rápido e sorrateiro, desorienta os caçadores e os cães de caça, que, totalmente perdidos, não sabem para onde fugir, tomados pelo terror, nem se livram do assovio que vai e vem, num longo lamuriar.

Mas, se o caçador tem uma grande sorte e encontra o abrigo, como por exemplo, uma casa, esta casa será alvo de pedradas no telhado durante toda a noite... Aqueles que tiveram mais coragem e foram verificar o autor dos arremessos nunca o encontraram, apesar de dezenas de impactos de pedras castigarem o telhado a noite inteira.

Alguns podem dizer que é imaginação, ou o vento, ou outra explicação totalmente imprecisa.
De uma coisa eu estou certo: Nem minha imaginação e nem o vento assoviam à minha volta para me desorientar nem atiram pedras no meu telhado. Para que isso aconteça conforme foi relatado, a origem desses efeitos têm de estar... Além da imaginação!

LENDAS URBANAS( A VIAGEM )

Havia algo estranho. Todos dentro do ônibus podiam sentir isso.
Eles haviam saído de Belém no final da noite, em direção a São Luiz.
A estrada era perigosa, todos sabiam disso. Havia perigo de acidentes, assaltos... mas não era tudo. Havia algo de sobrenatural e temeroso no ar. Como se algo estivesse para acontecer...

Uma criança começou a chorar. A mãe colocou a cabeça da menina no peito e afagou-lhe os cabelos, tentando confortá-la.

Lá na frente, perto do motorista, uma velhinha rezava, segurando um terço.

O motorista suava e, de quando em quando, levava a mão à cabeça, como se houvesse algo ali que o incomodasse.

Súbito apareceu algo no meio da estrada. Parecia um carro policial. Dois homens sinalizavam para que o ônibus parasse.

O motorista se lembrou que era comum os assaltantes se disfarçarem de policiais... isso quando não eram os próprios policiais que praticavam os assaltos.

- Não pare para eles! - gritou um homem, entre lágrimas. São ladrões!

- Vão matar todos nós. - choramingou uma mulher.

Apesar dos protestos, o motorista parou. Os dois homens entraram, armas na mão.

- Todos parados! - berrou um deles.

Havia algo de estranho nos dois... como se fizessem parte de outra realidade. Seus corpos pareciam intangíveis.

- São fantasmas, mamãe. São fantasmas! - gemeu a garotinha. Ele vieram para nos levar...

- Os homens devem se levantar e colocar as mãos para cima.- ordenou o policial.

Os homens, resignados, levantaram-se e deixaram-se revistar. Depois foi pedido que abrissem as sacolas. Os dois olharam tudo, depois saíram.

- Boa viagem! - disse um deles ao motorista, mas ele não respondeu.

Na verdade, o motorista nem mesmo pareceu prestar atenção neles. Ele simplesmente fechou a porta, sinalizou e saiu.

Os dois ficaram lá, parados no meio do mato, observando o veículo se afastar. Um deles encostou no carro e acendeu um cigarro.

- Sabe, eu não entendo porque temos de ficar aqui, no meio desta estrada esquecida por Deus revistando ônibus...

- Você não soube... do ônibus que foi assaltado?

- Não, eu estava de férias...

- Era um ônibus como este... - e apontou com o queixo o veículo que já sumia no horizonte.
Eles pararam no meio do caminho para pegar um passageiro. Era um assaltante. Ele tentou parar o carro, mas o motorista se negou. Foi morto com um tiro na cabeça. O ônibus bateu, então, em um caminhão. Todo mundo morreu.

- Sabe, agora que você falou, estou me lembrando de uma coisa estranha... o cabelo daquele motorista parecia manchado de sangue...

- Você... você anotou a placa? - gaguejou o policial.

- Claro. Está aqui. É OB 1326.

O outro ficou lívido.

- Era... era o ônibus do acidente!
l

lenda urbana= " O mistério do Edifício Joelma "

:: O Edifício Joelma, um dos mais imponentes prédios do centro de São Paulo, ardeu em chamas por mais de quatro horas no dia primeiro de fevereiro de 1974. O resultado desta tragédia foram 345 feridos e 189 mortos. Até hoje especialistas garantem que o lugar é cercado por uma estranha energia espiritual. Segundo testemunhas, o Edifício Joelma carrega uma maldição. Em 1948, existia uma casa onde hoje é o Edifício Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa. Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua foi modificada, mas a maldição não foi esquecida. A processadora de dados, Volquimar, 21 anos, e seu irmão Álvaro trabalhavam no prédio. No dia 1º de fevereiro de 1974, às 8h45 da manhã, um curto circuito no ar condicionado do prédio deu início ao incêndio. Sem ter para onde fugir, as pessoas entraram em pânico. O calor chegou a 700ºC e muitos se jogaram do alto do edifício. O fogo praticamente destruiu o Joelma. Faltou água nos carros do Corpo de Bombeiros e a escada Magirus só conseguiu atingir uma parte do edifício. Volquimar morreu asfixiada por causa da fumaça e seu irmão Álvaro conseguiu sobreviver. Treze pessoas tentaram escapar pelo elevador, mas não conseguiram se salvar. Os corpos não foram identificados e acabaram sendo enterrados lado a lado no cemitério São Pedro, na capital. Os treze corpos deram origem ao mistério das treze almas e a elas são atribuídos milagres. Em 1979, a história de Volquimar se transformou em filme e durante as filmagens ocorreram fenômenos misteriosos. A cena da morte das personagens foi registrada por um fotógrafo. Quando reveladas, as fotos mostravam rostos de pessoas que não estavam nas filmagens. Depois do incêndio, o Edifício Joelma ficou quatro anos interditado para obras. Quando reaberto, ele foi rebatizado com o nome de Praça da Bandeira. Segundo testemunhas, os espíritos dos mortos vagam pelo prédio até hoje. O Edifício Joelma tem dezenas de salas vazias, mas a tentativa de livrar o local dos espíritos continua. As histórias em torno do antigo Joelma ainda são um grande mistério. Uns acreditam, outros duvidam e alguns têm certeza de que tudo é verdade.:: O Edifício Joelma, um dos mais imponentes prédios do centro de São Paulo, ardeu em chamas por mais de quatro horas no dia primeiro de fevereiro de 1974. O resultado desta tragédia foram 345 feridos e 189 mortos. Até hoje especialistas garantem que o lugar é cercado por uma estranha energia espiritual. Segundo testemunhas, o Edifício Joelma carrega uma maldição. Em 1948, existia uma casa onde hoje é o Edifício Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa. Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua foi modificada, mas a maldição não foi esquecida. A processadora de dados, Volquimar, 21 anos, e seu irmão Álvaro trabalhavam no prédio. No dia 1º de fevereiro de 1974, às 8h45 da manhã, um curto circuito no ar condicionado do prédio deu início ao incêndio. Sem ter para onde fugir, as pessoas entraram em pânico. O calor chegou a 700ºC e muitos se jogaram do alto do edifício. O fogo praticamente destruiu o Joelma. Faltou água nos carros do Corpo de Bombeiros e a escada Magirus só conseguiu atingir uma parte do edifício. Volquimar morreu asfixiada por causa da fumaça e seu irmão Álvaro conseguiu sobreviver. Treze pessoas tentaram escapar pelo elevador, mas não conseguiram se salvar. Os corpos não foram identificados e acabaram sendo enterrados lado a lado no cemitério São Pedro, na capital. Os treze corpos deram origem ao mistério das treze almas e a elas são atribuídos milagres. Em 1979, a história de Volquimar se transformou em filme e durante as filmagens ocorreram fenômenos misteriosos. A cena da morte das personagens foi registrada por um fotógrafo. Quando reveladas, as fotos mostravam rostos de pessoas que não estavam nas filmagens. Depois do incêndio, o Edifício Joelma ficou quatro anos interditado para obras. Quando reaberto, ele foi rebatizado com o nome de Praça da Bandeira. Segundo testemunhas, os espíritos dos mortos vagam pelo prédio até hoje. O Edifício Joelma tem dezenas de salas vazias, mas a tentativa de livrar o local dos espíritos continua. As histórias em torno do antigo Joelma ainda são um grande mistério. Uns acreditam, outros duvidam e alguns têm certeza de que tudo é verdade

Lendas urbanas ( um titanic no AMAZONAS )

1945 um grande navio vindo do município de Djalma Batista aportou no hoje desativado Porto Sovaco da Cobra. Moradores da época o descrevem como um transatlântico magnífico. Extremamente luxuoso chegou a ser comparado pelo Jornal Itapipoca de Pirapora ao Titanic. Nele embarcou o casal de artista Valéria e Davi. Ela bailarina clássica grávida de 5 meses e ele violinista.Era um casal encantador. Eram 00:30 do dia 11 de agosto de 1945 (uma quarta-feira) quando o navio levantou ancora. Tudo era festa e alegria. O céu estava limpo, estrelado era noite de lua cheia. Havia um clima de romance e felicidade no ar. O que os 789 passageiros que uma tragédia iria se abater sobre todos ali e todos iriam morrer tragicamente. Já eram as primeiras horas da sexta-feira (13), quando misteriosamente se ouviu o temível som do bilolalumbo da macabra tribo dos bilolas amaldiçoada. O navio mal acabara de entrar no igarapé do Binda, no Bairro da União quando uma onda gigantesca engoliu o navio por inteiro. Ceifando e tirando mortalmente e fatalmente a vida de todos ali. Ao longe se ouvia sons terríveis de um lado o macabro som do bilolalumbo e gritos da tribo dos bilolas e do outro os gritos desesperados das vitimas fatais e mortais. Sabendo que eles não teriam chance de escapar com vida do naufrágio Valéria e Davi retornaram ao camarote e num gesto apaixonado ambos se abraçaram e fizeram juras de amor eterno. Eles morreram abraçados. Seus corpos foram empurrados pelas fortes ondas do igarapé do bindá e foram encontrados a centenas de quilometro do naufrágio (um detalhe foram os únicos corpos encontrados dos 789 passageiros) os outros nunca foram encontrados. Vale ressaltar que os corpos estavam extremamente preservados como que mumificados. Ela estava linda usando um vestido cor de rosa ele magnífico no seu fraque negro. Ambos os dois como em uma dupla estavam abraçados. Assim foram encontrados e assim foram enterrados no cemitério do Pé de Laranja Roxa. A quem diga que o amor os salvou e os livrou do inferno. Hoje em dia toda sexta-feira 13 de agosto os som infernais daquele dia no Bairro da União e o casal Valéria e Davi namorando inocentemente no cemitério Pé de Laranja Roxa sobre seus túmulos envoltos numa linda luz azul ao som de violino.

lenda urbana= " Mãe é Sempre Mãe Até Depois de Morta

sou de catalão Goiás e essa lenda meus tios contaram assim.Certo dia uma mulher decidiu fazer uma viagem, o marido não concordou com a viagem estava com um pressentimento ruim, eles discutiram e mesmo assim sua mulher decidiu ir levou com ela o filho de dois anos queria ver seus pais naquele dia então lá ia ela pela estrada e começou a chover forte numa esquina um caminhão descontrolado bateu no carro que capotou varias vezes.Então na beira da estrada a mulher do carro parou outro carro que estava vindo e pediu que ele fosse ate o local do acidente e salvasse seu filho que estava no carro á alguns metros dali ela estava com sangue pelo corpo e chorando e saiu em direção ao carro novamente então o homem foi ate o local chamou os bombeiros eles resgataram a criança que estava machucada, mas ainda viva.Mas quanto á mãe da criança o homem que chamou os bombeiros contou da mulher que disse ser a mãe do bebe e que tinha pedido ajuda deu a descrição da mulher e quando abriram a porta do carro e cortaram as ferragens lá estava a mulher em baixo das ferragens havia morrido no momento do acidente o homem não acreditou...Mas a verdade é que mãe é sempre mãe e nunca abandona o filho mesmo em espírito ela salvou seu filho...Não sei onde aconteceu a historia só sei que foi em Goiás.

Lenda Urbana ( crianças a venda...tratar aqui )

Esta Lenda conta de um fato que me deixou com os olhos arregalados Todos disseram q Marialva era louca e desalmada quando ela pôs os filhos a venda.Até o padre tentou tirar essa idéia tão cruel.Mas nada adiantou.A mulher era obstinada: "Quero que eles tenha um futuro melhor que o meu" ,ela repetia. Olhando bem para o lugar,quem podia condená-la?Um casebre miseravel,perdido numa curva do rio,sem eletricidade,sem comida,sem dinheiro,sem remedio,sem nada por perto.Tinha parido nove filhos.Só restavam cinco quando decidiu vendê-los.Nao queria ver mais criança morrendo de fome e doença em seus braços sem que pudesse fazer nada para impedir. O primeiro a partir foi Tião,levado por uma família americana.Um mês depois da viagem,chegou uma carta com foto do menino,limpo e sorridente no meio de brinquedos e livros novos,e abraçando seus novos pais.Marialva enxugou as lagrimas e teve certeza de q fazia a coisa certa. Em seguida,foram Francineide,para o Rio de Janeiro,e Ronivon,para Curitiba. Com o dinheiro da venda dos tres Marialva comprou uma cabra,tres galinhas,um cobertor para noites frias,sabao de tomar banho e uma panela nova. O seguinte foi Fabio Junior,que já estava encomendado por uma família que vivia em Cruz Alta,uma cidade próxima.O casal chegaria dali a dois dias e Marialva se esforçava para dar banho no menino e troná-lo mais aprensentavel. _Vê se não chora quando eles chegarem,senão eu te mato viu?E nada de se sujar porque o sabao ja está acabando.Tem que ficar limpo até depois de amanha.Melhor nem se mexer muito,fique dentro de casa.Fabio Junior olhava os preparativos meio assustado.Mas as fotos dos irmãos cercados de conforto,carinho,e comida já o tinha convencido.Tanto Tião quando Francineide e Ronivon pareciam muito felizes.Assim quando chegou o casal,despediu-se da mãe e de Simara, a irmã mais velha, engoliu o choro e entrou num carro luxuoso e moderno e quando eles foram embora Simara falou: _Mãe esse dois ai vc nao achou meio estranhos? _Bobagem.Rico e assim mesmo. E os dias se passaram e o casal mandou fotos com muito dinheiro para Marialva e a Simara sempre falava: _Mãe,ele não está feliz.E ela nem dava atenção para seu filho,mas sim para os maços de dinheiro. Na foto parecia Fabio Junior num quarto q nao tinha brinquedos e nem livros.Só uma cama e um armario.E ele de terno e gravata bem arrumado.Mas ele nao estava sorrindo. Toda semana chegava uma foto com mais dinheiro e Simara sempre falando: _Mãe ele não está feliz! E como sempre nem dava atenção. Um certo dia Simara reuniu as fotos e observou atentamente para elas.E notou uma coisa em comum.O casal nunca aparecia nas fotos.Mas era o contrario dos outros irmaos. Um dia depois ela foi para a catequese e quando voltava pediu para o padre para emprestar a sua lente de aumento.Por q ela gostava de ver suas digitais.Enquanto ela brincavaa lente escapou de sua mao e caiu por cima de uma foto e quando caiu ela viu um coisa.Os olhos de Fabio Junior estavam furados.Furados bem circulados q não dava nem pra perceber.E Simara soltou um grito e chamou sua mãe.Mas Marialva tinha problemas na visão. E ela falou: - Não tem nada de mais aqui.E Simara saiu correndo e explicou toda a historia. O padre pegou o ônibus e foi para Cruz Alta que era uns 20 a 25 km de la.Mas o onibus era velho e acabado e chegaram la depois de 2 a 3 horas de estrada.Quando chegaram foram direto para um igreja e perguntaram para um padre. - Você sabe onde fica este endereço.E o padre: - Sei sim.Mas esse lugar esta abandonado a 25 anos e todos q vão lá desaparecem. Simara explicou a historia para o outro padre e foram para o lugar Quando chegaram eles encontrarm uma casa abandonada e sombria.Dentro da casa havia um cemitério e no último tumulo havia o nome Fabio Junior,a última foto que tinha enviada à familia e a data:apenas a ultima semana atraz.Naquela hora tudo q Simara queria era ir embora.Quando chegou sua mãe esperava sorridente e com uma carta na mão e disse: - Leu a carta?Eles ficaram encantados com você!E completou sorridente: - E vem buscá-la hoje mesmo,à noitinha.Você nem imagina como eles me pagaram bem!E chegou uma foto com ela em um quintal luxuoso feliz e com um vestido muito bonito e caro. Diante do olhar aparvorado da menina,Marilava franziu o cenho e engrossou a voz: - Já para o banho.Está na hora de voce também aprender a ser chique.

Lendas Urbanas ( A lenda da menina do poço )

Contam que há um poço em Pechão, Albufeira ou Silves que há uma certa altura do ano que aparece uma pequena com um barquinho dentro do poço e que ela tem uma bandeja de prata com figos. Assim, ela oferece os figos para a pessoa comer e, conta a história que se a pessoa comer um figo daqueles ela liberta-se do encantamento e a pessoa fica lá. É assim, a pessoa vai substitui-la, é uma moura também.
Havia também uma rapariga para os lados de Silves que aparecia num riacho, se era a mesma não sei. O encantamento não está sempre no mesmo lugar, vão para onde vêem que possam ser aceites. Segundo contam, se a pessoa aceita comer um figo fica lá no lugar dela e isso assim nunca mais tem fim mas as pessoas diziam que não sabiam responder a isso. Era uma bandeja em prata e ela perguntavam se queriam comer um figo. Esta história da moura com os figos há em vários lugares no Algarve. Mas há coisa de quarenta anos há quem fosse a Albufeira, agora lembrei-me que era em Albufeira, que àquele dia e àquela hora as pessoas iam lá. Um rapaz meu conhecido que era da medicina natural e era daquelas pessoas estudiosas foi lá para vê-la mas quando chegou já não viu nada.

Lendas Urbanas (Dormindo com uma alma )

Essa história é real e aconteceu com a minha mãe. Ela morava em uma pensão para moças e a sobrinha da dona da pensão, também morava lá e as duas erão muito amigas. Uma tarde de domingo as duas estavam sentadas na escada jogando conversa fora e fizeram um trato: que a primeira que morresse, viria para dormir com a outra. Mas o que minha mãe não sabia era que a moça tinha problema respiratório e já estava para morrer. Passaram-se os dias e morreu um menino que engraxava sapatos perto da pensão - que ficava um pouco afastada da cidade, no estado do Paraná. Minha mãe foi ao enterro e antes de sair, sua amiga lhe pediu: Lu, traga um santinho para mim da cidade. Minha mãe se foi e como foi tudo muito cansativo e demorado, minha mãe acabou esquecendo do pedido de sua amiga. Quando já estava chegando em casa que ela se lembrou, mas não quis voltar para buscar o santinho pois estava muito cansada. Foi quando uma das moças da pensão já vinha ao encontro da minha mãe correndo e gritando que a Zeni estrava morrendo. Minha mãe ficou muito assustada com aquilo e falou para a tia da Zeni, que havia esquecido o santinho. A tia falou que ela comprasse no dia seguinte e colocasse no caixão. E foi o que minha mãe fez. No dia seguinte, deu-se o funeral, o enterro. Depois de tudo acabado, voltaram para casa. Como as moças ficaram meio que com medo, elas se ajuntavam para durmir de duas a três no mesmo quarto. O tempo foi passando, e elas foram esquecendo. Quando foi um dia, minha mãe chegou cansada, jantou, tomou banho e subiu para o seu quarto para dormir, com a luz acesa é claro. No meio da noite, minha mãe se virou na cama e sentiu que um cabelo a incomodava. Ela empurou o cabelo e ainda com os olhos fechados ela pensou cabelo. "Mas eu deitei sozinha de quem é esse cabelo?" Quando ela abriu os olhos, sua amiga Zeni estava sentada nos pés da sua cama, olhando para o lado, com a mão apoiando o rosto e os cabelos jogado de lado. Minha mãe piscou olhou de novo e ela lá, na mesma posição. Minha mãe tentou gritar, mas a voz não saiu. Tentou lenvantar, mas não conseguiu sequer se mexer na cama. E a amiga lá. Ela olhava para a amiga e pensava: "Meu Deus, é a Zeni. Mas ela está morta. Eu joguei terra no caixão dela." Foi aí que minha mãe fechou os olhos e começou a rezar. Ela disse que rezou tudo que sabia e até o que não sabia. Depois de um certo tempo, ela abriu novamente os olhos e nada - a sua amiga falecida já havia sumido. Minha mãe pensou em se levantar e sair correndo e gritando do quarto, mas teve medo de abrir a porta e dar de cara com a amiga do lado de fora. Então prefiriu ficar quetinha aonde estava. Minha mãe fala que foi a noite mais longa de sua vida e sempre fala para a gente não faça promessa, nem tratos dessa natureza, pois senão, mais cedo ou mais tarde, você acaba dormindo acompanhada.

LENDAS URBANAS ( Desligue seu celular a meia noite )

Não é brincadeira, mas, algo muito sinistro anda acontecendo; No mundo inteiro. Celulares da Nokia a meia noite tocam misteriosamente. No visor aparece o numero 666.Minutos depois, vem a mensagem:Você vai morrer em 7 dias."Depois geralmente adolescentes todas as meninas entre 15 e 17 anos desaparecem. Já foram relatados pela policia de Nova York pelos 100 desaparecimentos, sendo 48 óbitos e 52 meninas apareceram vivas mais completamente loucas. A mãe de Stórt leggöngum de 14 anos disse a policia que a filha recebera este misterioso telefonema. E durante alguns dias a filha estava estranha dizia ver sombras saindo do seu colchão: Palavras dela: Minha pequena Stórt leggöngum era uma menina alegre, inteligente, estudiosa. Como ela obteve boas notas na escola resolvi lhe dar um aparelho celular de presente. Horas após, ouço minha menina gritando chamando por mim. Ela então me mostrou o celular. No visor estava 666. Pensei que era meu filho Big Dick de brincadeira, mais não. Não se passaram nem 3 minutos o celular toca novamente nele a mensagem:Stórt leggöngum você vai morrer em sete dias.Joguei o celular na mesma hora no lixo.Mais não foi o suficiente. Minha Stórt leggöngum dizia ver sombras, ouvia vozes. Até que dez dias atrás ela desapareceu e veio aparecer hoje; ela disse que o homem de sombra saiu de dentro do colchão dela e a levou.Não sei se acredito.Mas o fato é minha garotinha esta completamente enlouquecida, tenho medo do amanhã! Esse caso foi noticiado por canal fechado hoje pela manhã. Quanto às meninas que vieram a óbito:Sparkað í leggöngum de 15 anos, foi mumificada ainda viva, no seu seio os números 666, Pochwy Tronche de 13 anos teve seu corpo desossado novamente em um seio os números 666,Jestem suką de 16 anos teve seu sangue totalmente drenado do corpo. No Brasil, Tábata Christine de 19 anos ganhou um celular Nokia de seu marido Ronaldo de 34 anos esta desaparecida. Como pista apenas o numero 666 no visor do celular da jovem e a mensagem "Você vai morrer em sete dias".Tábata desapareceu neste ultimo domingo quando se completaram 7 dias da mensagem.

LENDAS URBANAS ( A Dama da Academia )

Isabela era uma menina de pouca beleza e um corpo pouco apreciável, depois de tanto insistir para sua mãe ela a colocou em uma academia no bairro de Ramos, no estado do Rio de Janeiro. Animada ela estava ao ver que poderia mudar aquilo que tanto a incomodava e fazia ser ridicularizada entre os outros, mas não foi bem como ela esperava que fosse, na academia muitos riam de sua forma física pois ela alem de não evoluir muito depois de um longo tempo de musculação ainda sim seu rosto não era dos mais bem vistos. Um dia como já era de rotina ela foi malhar e o pessoal como de costume a zuou só que dessa vez alem de zuar a levaram para o banheiro da academia e assim 3 rapazes a estupraram até a morte, mas antes de matá-la disseram uma frase para a menina você não quer malhar então ta ai sua malhação pois sem dor não a resultado.. Duas semanas depois em um acidente de carro esses 3 amigos vieram a morrer. Ninguém momentaneamente ligou os fatos, mas a partir do momento em que outra aluna entrou na academia e foi guardar seus pertences no armaria que era de Isbela, achou um envelope ,manchado de sangue e dentro havia um cordão, um pircing e um anel, cada pertence desse era de um dos meninos segundo seus amigos de academia e junto aos objetos havia um pequeno papel escrito sem dor não a resultado. Até hoje existem boatos que a noite ouvisse os aparelhos da academia em funcionamento, há quem diz que ao passar pelas proximidades da academia já viu uma menina vagando por La e que os chama sempre repetindo aquela frase SEM DOR SEM RESULTADO.

LENDAS URBANAS ( O QUADRO )

Tudo começou em 1600 no auge da escravidão no Brasil. Um fazendeiro, que vivia na região do interior da Bahia conhecido por ser muito ruim nos maus tratos aos seus escravos, resolve pedir a um pintor local que pintasse um quadro dele e sua família. O pintor chega ao local e faz o que o fazendeiro havia lhe pedido. Na hora de pagar, o fazendeiro deu menos do que haviam combinado. Após reclamar sobre o ocorrido, o fazendeiro mandou seus capatazes prenderem o pintor juntamente com os outros negros. Mas antes ele receberia um castigo por ter afrontado o dono daquelas terras. O pintor não resistiu às chibatadas e morreu naquela tarde. Mas antes de morrer, já fraco, uma mãe-de-santo lhe disse: aquele a quem sirvo lhe mandou dizer que se você lhe der sua alma, ele faz aquilo que você mais deseja. O pintor disse: diga a seu mestre que ele terá, mas quero que aquele que fez isso comigo, pague com o pior castigo. Dito isso, ele morreu. No dia seguinte, quando soube da morte do pintor, o fazendeiro ficou alegre e deu uma festa para seus capatazes. À noite, quando todos foram dormir, o fazendeiro teve um sonho: ele estava levando chibatadas como um negro e sangrava muito. Pela manhã o fazendeiro foi encontrado morto no chão da sala com marcas de chibatadas nas costas que faziam seus órgãos aparecerem. Anos se passaram. A fazenda foi comprada por outro fazendeiro, tão ruim quanto primeiro. Ele manteve muitos móveis dos antigos donos na casa-grande inclusive o quadro. Numa noite de lua cheia, após dois negros serem mortos com chibatadas, o fazendeiro teve o mesmo sonho do outro, mas com uma diferença: ele via do quadro sair à imagem do pintor que lhe deferia as chibatadas rindo com uma gargalhada pavorosa. Pela manhã, o fazendeiro estava morto na sala, da mesma forma que o antigo dono da casa. Um dos filhos desse fazendeiro ficou intrigado com o que ocorrera e procurou saber o que aconteceu. Soube que o antigo dono da casa morrera da mesma forma que o seu pai e ao procurar uma mãe-de-santo, soube que o espírito do pintor que matou o seu pai e o antigo dono estava preso no quadro que fora ele que pintara. E tudo que ele fazia era por vingança. O rapaz não acreditando muito na história, chegou em casa e procurou o quadro. Notou que dentre as pessoas que ali estavam, uma pessoa ao lado do fazendeiro sorria diabolicamente. Ele pegou o quadro e ateou fogo. Quando o quadro foi se queimando, um grito pavoroso se ouviu e na mesma hora, várias chibatadas estavam sendo desferidas no rapaz que morreu além das chibatas, queimava junto com o quadro. A família se mudou do local, pois após o ocorrido coisas estranhas aconteciam. O canavial pegava fogo e quando iam ver, nada estava queimado. Capatazes apareciam mortos ora com marcas das chibatadas, ora queimados. 300 anos depois, a fazenda fora vendida e quando os novos donos começaram a olhar a casa, acharam na sala principal o quadro do fazendeiro e sua família e a imagem do pintor com um sorriso de escárnio. Depois de alguns dias, se ouvia vozes pela casa, gritos na fazenda, barulhos de pessoas sendo açoitadas e gritando por ajuda. A família saiu dali e nunca mais quis voltar na casa. Dizem os moradores que moram perto da fazenda que ainda se ouve os mesmos barulhos de gritos e vozes pela fazenda. Ninguém se atreve a por os pés lá, pois todos têm medo de olhar para o quadro e ver o sorriso do mal preso pronto pra fazer novas vitima.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

vOCÊ é tão gay ...( ur so gay ) parte 2


Ur So Gay
I hope you hang yourself with your h&m scarf
While jacking off listening to mozart
You bitch and moan about LA
Wishing you were in the rain reading hemingway
You don't eat meat
And drive electrical cars
You're so indie rock it's almost an art
You need SPF 45 just to stay alive

(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like…

You're so sad maybe you should buy a happy meal
You're so skinny you should really super size the deal
Secretly you're so amused
That nobody understands you
I'm so mean cause I cannot get your outta your head
I'm so angry cause you rather myspace instead
I can't believe I fell in love
With someone that wears more makeup than...

(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like…

You walk around like you're oh so debonair
You pull em down and there's really nothing there
I wish you would just be real with me

(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
Oh no no no no no no no
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like... Penis!

vOCê É tÃO gay ...( e nem gosta de garotos) !! PARTE 1



Você É Tão Gay
Eu espero que você se enforque com seu lenço H&M
Enquanto se masturba ouvindo Mozart
Você reclama e fala mal de Los Angeles
Desejando estar na chuva, lendo Hemingway
Você não come carne
E dirige carros elétricos
Você é tão indie rock que é quase uma arte
Você precisa de protetor solar FPS 45 só para ficar vivo

Refrão:
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta...

Você está tão triste, talvez devesse comprar um Mc Lanche Feliz
Você está tão magro, que realmente deveria aumentar o negócio
Secretamente, você fica tão contente
Por ninguém te entender
Me sinto tão inferior, pois não consigo atrair sua atenção
Fico tão brava, porque você prefere o MySpace
Eu não posso acreditar que me apaixonei
Por alguém que usa mais maquiagem do que...

Refrão:
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta...

Você anda por aí como se fosse tão charmoso
Você derruba e na verdade não há nada lá
Eu gostaria que fosse apenas verdadeiro comigo

[Refrão]
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Oh não, não, não, não...
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta... Pênis!

FeRgAliCiOuS( FERGALICIOSA..) MOrram de desejos....



Fergalicious
Four, tres, two, uno
[will.i.am]
Listen up ya'll cause this is it
The beat that I'm banging is the delicious.

[Fergie]
Fergalicious definition make them boys go loco
They want my treasures so they get their pleasures from my photo
You can see me (you can squeeze me)
I ain't easy (I ain't sleazy)
I got reasons why I tease 'em
Boys just come and go like seasons

[Hook]
Fergalicious (So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is ficticious
I blow kisses
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got

[Chorus]
It's so delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they want a taste of what I got)
I'm Fergalicious (t-t-t-t-t-tasty, tasty)

[Verse 2]
Fergalicious def, Fergalicious def, Fergalicious def
Fergalicious definition make them boys go crazy
They always claim they know me
Comin' to me call me Stacy (Hey Stacy)
I'm the F to the E-R-G the I, the E
And can't no other lady put it down like me

[Hook]
I'm Fergalicious (so delicious)
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness
I put your boy on rock, rock
And he be lining down the block just to watch what I got

[Chorus]
It's so delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they want a taste of what I got)
I'm Fergalicious (hold hold hold hold hold up, check it out)

[Vamp]
Baby, baby, baby
If you really wanna play
Honey, give me some patience
Baby, then you'll get a taste
Of my tasty, tasty, I'll be laced with lacey
It's so tasty, tasty, It will make you crazy

[will.i.am]
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y girl you tasty
D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the, to the, hit it Fergie

[Fergie]
All the time I turn around, brothers gather 'round always looking at me up and down lookin' at my uuhh
I just want to say it now I ain't tryin' to 'round up drama little mama I don't wanna take your man
And I know I'm coming off just a little bit conceited and I keep on repeatin' how the boys want to eat it
But I'm tryin' to tell that I can't be treated like clientele
Cuz' they say she's delicious

(So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got, got, got ,got

Four, tres, two, uno

My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness
I put your boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got

[Chorus]
It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t tasty, tasty

It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t-t-t-t-t-t

[Will I Am]
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty
To the T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A, to the, to the, to the, to the (four, tres, two, uno)
D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S
to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the, to the

Four, tres, two, uno

T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A, to the, to the, to the, to the

Four, tres, two, uno

D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S
to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the,to the, to the, to the.

Fergaliciosa
Quatro, três, dois,
[will.i.am]
Escutem galera, pois essa
Batida que estou lançando é deliciosa.

[Fergie]
Definição Fergaliciosa faz os garotos ficarem loucos
Eles querem meus tesouros e ficam curtindo ver minhas fotos
Você pode me ver (você pode me apertar)
Eu não sou fácil (eu não sou vagabunda)
Eu tenho razões para provocar,
esses garotos apenas vêm e vão como estações do ano

[Hook]
Fergaliciosa (tão deliciosa)
Mas eu não sou promíscua
E se você tinha suas dúvidas,
toda essa merda é fictícia
Eu mando beijos
Que colocam os garotos pra balançar, balançar
E eles se juntam na rua, só pra me ver passando

[Refrão]
É tão delicioso (quente, quente)
Tão delicioso (Eu deixo os caras loucos)
É tão delicioso (Eles querem experimentar o que eu tenho)
Eu sou Fergaliciosa, (g-g-g-gostosaa)

[Verso 2]
Definição Ferg-, Definição Ferg-, Definição Ferg-
Definição Fergaliciosa faz os garotos ficarem loucos
Eles sempre dizem que me conhecem,
Vão me chamando de Stacy (Oi Stacy)
Eu sou a F, até o E, R, G, vem o I e o E
E nenhuma mulher sabe rebolar como eu

[Hook]
Eu sou Fergeliciosa (tão deliciosa)
Meu corpo é viciante
eu fico na academia trabalhando o que é meu
Ele é minha testemunha
Eu coloco seu homem pra balançar, balançar
E ele está esperando na rua só pra me ver passar

[Refrão]
É tão delicioso (Que gata, que gata)
Tão delicioso (Eu deixo os caras loucos)
É tão delicioso (Eles querem experimentar o que eu tenho)
Eu sou Fergaliciosa (ca-ca-ca-calma aí! Saca só)

[Vamp]
Baby, baby, baby
Se você quer mesmo brincar
Amor, mantenha sua paciência
Baby, então você vai experimentar
Do meu gosto, gosto, gostoso, eu vou ser laçada com gosto
é tão gostoso, gostoso, isso vai te deixar louco

[Will.I.am]
G até o O depois S-T-O, gata você é gostosa G até o O depois S-T-O,
D para o o E, para o L-I-C-I-O-S-A, para o D, para o, E, vai Fergie

[Fergie]
Toda vez que eu passo, um monte de caras ficam me olhando de cima à baixo e olham pra minha... uh
eu vou falar na cara, sem frescura gatinha eu não quero roubar seu homem
E eu sei que eu estou sendo um pouco convencida e eu estou continuando a repetir que eles querem 'me comer'
Mas não venha me tratar como uma mercadoria
Pois eles dizem: Ela é deliciosa

(tão deliciosa)
Mas não sou promíscua
E se você está duvidando,
toda essa merda é mentira
Eu mando beijos
Que colocam os garotos pra balançar, balançar
E eles fazem fila na rua, só pra ver o que eu tenho

Quatro, três, dois, um

Meu corpo é viciante
eu fico na academia trabalhando o que é meu
Ele é minha testemunha
Eu deixo seu homem louco
E ele está esperando na rua só pra me ver passando

[refrão]
É tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso(ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
Eu sou Fergaliciosa, e-e-e-experimente-mente

É tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
Eu sou Fergaliciosa, e-e-e-experimente-mente

[Will.I.am]
G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa, G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa
G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa, G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa (Quatro, três, dois, um)
D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O
Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois o, depois o, depois o

Quatro, três, dois, um!

G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é, G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é
G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é, G depois o O depois o, depois o, depois o

Quatro, três, dois, um!

D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O
Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois o, depois o, depois o