quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Lendas Urbanas( GATO PRETO )
Nas suas consequências, estes acontecimentos aterrorizaram-me, torturaram-me, destruíram-me. No entanto, não procurarei esclarecê-los. O sentimento que em mim despertaram foi quase exclusivamente o de terror; a muitos outros parecerão menos terríveis do que extravagantes. Mais tarde, será possível que se encontre uma inteligência qualquer que reduza a minha fantasia a uma banalidade. Qualquer inteligência mais serena, mais lógica e muito menos excitável do que a minha encontrará tão somente nas circunstâncias que relato com terror uma sequência bastante normal de causas e efeitos.
Já na minha infância era notado pela docilidade e humanidade do meu carácter. Tão nobre era a ternura do meu coração, que eu acabava por tornar-me num joguete dos meus companheiros. Tinha uma especial afeição pelos animais e os meus pais permitiam-me possuir uma grande variedade deles. Com eles passava a maior parte do meu tempo e nunca me sentia tão feliz como quando lhes dava de comer e os acariciava. Esta faceta do meu carácter acentuou-se com os anos, e, quando homem, aí achava uma das minhas principais fontes de prazer. Quanto àqueles que já tiveram uma afeição por um cão fiel e sagaz, escusado será preocupar-me com explicar-lhes a natureza ou a intensidade da compensação que daí se pode tirar. No amor desinteressado de um animal, no sacrifício de si mesmo, alguma coisa há que vai direito ao coração de quem tão frequentemente pôde comprovar a amizade mesquinha e a frágil fidelidade do homem.
Casei jovem e tive a felicidade de achar na minha mulher uma disposição de espírito que não era contrária à minha. Vendo o meu gosto por animais domésticos, nunca perdia a oportunidade de me proporcionar alguns exemplares das espécies mais agradáveis. Tínhamos pássaros, peixes dourados, um lindo cão, coelhos, um macaquinho, e um gato.
Este último era um animal notavelmente forte e belo, completamente preto e excepcionalmente esperto. Quando falávamos da sua inteligência, a minha mulher, que não era de todo impermeável à superstição, fazia frequentes alusões à crença popular que considera todos os gatos pretos como feiticeiras disfarçadas. Não quero dizer que falasse deste assunto sempre a sério, e se me refiro agora a isto não é por qualquer motivo especial, mas apenas porque me veio à ideia. Plutão, assim se chamava o gato, era o meu amigo predilecto e companheiro de brincadeiras. Só eu lhe dava de comer e seguia-me por toda a parte, dentro de casa. Era até com dificuldade que conseguia impedir que me seguisse na rua.
A nossa amizade durou assim vários anos, durante os quais o meu temperamento e o meu carácter sofreram uma alteração radical - envergonho-me de o confessar - para pior, devido ao demónio da intemperança. De dia para dia me tornava mais taciturno, mais irritável, mais indiferente aos sentimentos dos outros. Permitia-me usar de uma linguagem brutal com minha mulher. Com o tempo, cheguei até a usar de violência. Evidentemente que os meus pobres animaizinhos sentiram a transformação do meu carácter. Não só os desprezava como os tratava mal. Por Plutão, porém, ainda nutria uma certa consideração que me não deixava maltratá-lo. Quanto aos outros, não tinha escrúpulos em maltratar os coelhos, o macaco e até o cão, quando por acaso ou por afeição se atravessavam no meu caminho.
Mas a doença tomava conta de mim - pois que doença se assemelha à do álcool? - e, por fim, até o próprio Plutão, que estava a ficar velho e, por consequência, um tanto impertinente, até o próprio Plutão começou a sentir os efeitos do meu carácter perverso.
Certa noite, ao regressar a casa, completamente embriagado, de volta de um dos tugúrios da cidade, pareceu-me que o gato evitava a minha presença. Apanhei-o, e ele, horrorizado com a violência do meu gesto, feriu-me ligeiramente na mão com os dentes. Uma fúria dos demónios imediatamente se apossou de mim. Não me reconhecia. Dir-se-ia que a minha alma original se evolara do meu corpo num instante e uma ruindade mais do que demoníaca, saturada de genebra, fazia estremecer cada uma das fibras do meu corpo. Tirei do bolso do colete um canivete, abri-o, agarrei o pobre animal pelo pescoço e, deliberadamente, arranquei-lhe um olho da órbita! Queima-me a vergonha e todo eu estremeço ao escrever esta abominável atrocidade.
Quando, com a manhã, me voltou a razão, quando se dissiparam os vapores da minha noite de estúrdia, experimentei um sentimento misto de horror e de remorso pelo crime que tinha cometido. Mas era um sentimento frágil e equívoco e o meu espírito continuava insensível. Voltei a mergulhar nos excessos, e depressa afoguei no álcool toda a recordação do acto.
Entretanto, o gato curou-se lentamente. A órbita agora vazia apresentava, na verdade, um aspecto horroroso, mas o animal não aparentava qualquer sofrimento. Vagueava pela casa como de costume, mas, como seria de esperar, fugia aterrorizado quando eu me aproximava. Porém, restava-me ainda o suficiente do meu velho coração para me sentir agravado por esta evidente antipatia da parte de um animal que outrora tanto gostara de mim. Em breve este sentimento deu lugar à irritação. E para minha queda final e irrevogável, o espírito da PERVERSIDADE fez de seguida a sua aparição. Deste espírito não cura a filosofia. No entanto, não estou mais certo da existência da minha alma do que do facto que a perversidade é um dos impulsos primitivos do coração humano; uma dessas indivisas faculdades primárias, ou sentimentos, que deu uma direcção ao carácter do homem. Quem se não surpreendeu já uma centena de vezes cometendo uma acção néscia ou vil, pela única razão de saber que a não devia cometer? Não temos nós uma inclinação perpétua, pese ao melhor do nosso juízo, para violar aquilo que constitui a Lei, só porque sabemos que o é? E digo que este espírito de perversidade surgiu para minha perda final. Foi este anseio insondável da alma por se atormentar, por oferecer violência à sua própria natureza, por fazer o mal só pelo mal, que me forçou a continuar e, finalmente, a consumar a maldade que infligi ao inofensivo animal. Certa manhã, a sangue-frio, passei-lhe um nó corredio ao pescoço e enforquei-o no ramo de uma árvore; enforquei-o com as lágrimas a saltarem-me dos olhos e com o mais amargo remorso no coração; enforquei-o porque sabia que me tinha tido afeição e porque sabia que não me tinha dado razão para a torpeza; enforquei-o porque sabia que ao fazê-lo estava cometendo um pecado, um pecado mortal que comprometia a minha alma imortal a ponto de a colocar, se tal fosse possível, mesmo para além do alcance da infinita misericórdia do Deus Mais Piedoso e Mais Severo.
Na noite do próprio dia em que este acto cruel foi perpetrado, fui acordado do sono aos gritos de «Fogo!». As cortinas da minha cama estavam em chamas; toda a casa era um braseiro. Foi com grande dificuldade que minha mulher, uma criada e eu conseguimos escapar do incêndio. A destruição foi completa. Todos os meus bens materiais foram destruídos, e daí em diante mergulhei no desespero.
Sou superior à fraqueza de procurar estabelecer uma seqüência de causa a efeito entre a atrocidade e o desastre. Limito-me, porém, a narrar uma cadeia de acontecimentos e não quero deixar nem um elo sequer incompleto. Nos dias que se sucederam ao incêndio, visitei as ruínas. As paredes, à exceção de uma, tinham abatido por completo. Esta exceção era constituída por um tabique interior, não muito espesso, que estava sensivelmente a meio da casa, e de encontro ao qual antes ficava a cabeceira da minha cama. O reboco resistira em grande parte à ação do fogo, fato que atribuo a ter sido pouco antes restaurado.
Próximo desta parede juntara-se uma densa multidão e muitas pessoas pareciam estar a examinar certa zona em particular, com minúcia e grande atenção. A minha curiosidade foi despertada pelas palavras «estranho», «singular» e outras expressões semelhantes. Aproximei-me e vi, como se fora gravado em baixo revelo, sobre a superfície branca, a figura de um gato gigantesco. A imagem estava desenhada com uma precisão realmente espantosa. Em volta do pescoço do animal estava uma corda.
Mal vi a aparição, pois nem podia pensar que doutra coisa se tratasse, o meu assombro e o meu terror foram imensos. Por fim, a reflexão veio em meu auxílio. Lembrei-me que o gato fora enforcado num jardim junto à casa. Após o alarme de incêndio, O dito jardim fora imediatamente invadido pela multidão e por alguém que deve ter cortado a corda do gato e o deve ter lançado para dentro do meu quarto, por uma janela aberta. Isto deve ter sido feito, provavelmente, com a intenção de me acordar. A queda das outras paredes tinha comprimido a vítima da minha crueldade na substância do reboco recentemente aplicado e cuja cal, combinada com as chamas e o amoníaco do cadáver, tinha produzido a imagem tal como eu a via.
Tendo assim satisfeito prontamente a minha razão - que não totalmente a minha consciência - sobre o facto extraordinário atrás descrito, não deixou este, no entanto, de causar profunda impressão na minha imaginação. Durante meses não consegui libertar-me do fantasma do gato, e, durante este período, voltou-me ao espírito uma espécie de sentimento que parecia remorso, mas que o não era. Cheguei ao ponto de lamentar a perda do animal e a procurar à minha volta, nos sórdidos tugúrios que agora frequentava com assiduidade, um outro animal da mesma espécie e bastante parecido que preenchesse o seu lugar.
Uma noite, estava eu sentado meio aturdido num antro mais do que infamante, a minha atenção foi despertada por um objecto preto que repousava no topo de um dos enormes toneis de gin ou de rum que constituíam o principal mobiliário do compartimento. Havia minutos que olhava para a parte superior do tonel, e o que agora me causava surpresa era o facto de não me ter apercebido mais cedo do objecto que estava em cima. Aproximei-me e toquei-lhe com a mão. Era um gato preto, um gato enorme, tão grande como Plutão e semelhante a ele em todos os aspectos menos num. Plutão não tinha sequer um único pêlo branco no corpo, enquanto este gato tinha uma mancha branca, grande mas indefinida, que lhe cobria toda a região do peito.
Quando lhe toquei, imediatamente se levantou e ronronou com força, roçou-se pela minha mão, e parecia contente por o ter notado. Era este, pois, o animal que eu procurava. Imediatamente propus a compra ao dono, mas este nada tinha a reclamar pelo animal, nada sabia a seu respeito, nunca o tinha visto até então.
Continuei a acariciá-lo, e quando me preparava para ir para casa, o animal mostrou-se disposto a acompanhar-me. Permiti que o fizesse, inclinando-me de vez em quando para o acariciar enquanto caminhava. Quando chegou a casa, adaptou-se logo e logo se tornou muito amigo da minha mulher.
Pela minha parte, não tardou em surgir em mim uma antipatia por ele. Era exactamente o reverso do que eu esperava, mas, não sei como nem porquê, a sua evidente ternura por mim desgostava-me e aborrecia-me. Lentamente, a pouco e pouco, esses sentimentos de desgosto e de aborrecimento transformaram-se na amargura do ódio. Evitava o animal; um certo sentimento de vergonha e a lembrança do meu anterior acto de crueldade impediram-me de o maltratar fisicamente. Abstive-me, durante semanas, de o maltratar ou exercer sobre ele qualquer violência, mas, gradualmente, muito gradualmente, cheguei a nutrir por ele um horror indizível e a fugir silenciosamente da sua odiosa presença como do bafo da peste.
O que aumentou, sem dúvida, o meu ódio pelo animal foi descobrir, na manhã do dia seguinte a tê-lo trazido para casa, que, tal como Plutão, tinha também sido privado de um dos seus olhos. Esta circunstância, contudo, mais afeição despertou na minha mulher, que, como já disse, possuía em alto grau aquele sentimento de humanidade que fora em tempos característica minha e a fonte de muitos dos meus prazeres mais simples e mais puros.
Com a minha aversão pelo gato parecia crescer nele a sua preferência por mim. Seguia os meus passos com uma pertinácia que seria difícil fazer compreender ao leitor. Sempre que me sentava, enroscava-se debaixo da minha cadeira ou saltava-me para os joelhos, cobrindo-me com as suas repugnantes carícias. Se me levantava para caminhar, metia-se-me entre os pés e quase me fazia cair ou, fincando as suas garras compridas e aguçadas no meu roupão, trepava-me até ao peito. Em tais momentos, embora a minha vontade fosse matá-lo com uma pancada, era impedido de o fazer, em parte pela lembrança do meu crime anterior mas, principalmente, devo desde já confessá-lo, por um verdadeiro medo do animal.
Este medo não era exactamente o receio de um mal físico; no entanto, é me difícil defini-lo de outro modo. Quase me envergonhava admitir - sim, mesmo aqui, nesta cela de malfeitor, eu me envergonho de admitir - que o terror e o horror que o animal me infundia se viam acrescidos de uma das fantasias mais perfeitas que é possível conceber. Minha mulher tinha-me chamado várias vezes a atenção para o aspecto da mancha de pêlo branco de que já falei, e que era a única diferença aparente entre o estranho animal e aquele que eu tinha eliminado. O leitor lembrar-se-á que esta marca, embora grande, era, originariamente, bastante indefinida, mas, gradualmente, por fases quase imperceptíveis e que durante muito tempo a minha razão lutou por rejeitar como fantasiosas, assumira, finalmente, uma rigorosa nitidez de contornos. Era agora a imagem de um objecto que me repugna mencionar, e por isso eu o odiava e temia acima de tudo, e ter-me-ia visto livre do monstro se o ousasse. Era agora a imagem de uma coisa abominável e sinistra: a imagem da forca!, oh!, lúgubre e terrível máquina de horror e de crime, de agonia e de morte.
Por essa altura, eu era, na verdade, um miserável maior do que toda a miséria humana. E um bruto animal cujo semelhante eu destruíra com desprezo, um bruto animal a comandar-me, a mim, um homem, feito à imagem do Altíssimo - oh!, desventura insuportável. Ah, nem de dia nem de noite, nunca, oh!, nunca mais, conheci a bênção do repouso! Durante o dia o animal não me deixava um só momento. De noite, a cada hora, quando despertava dos meus sonhos cheios de indefinível angústia, era para sentir o bafo quente daquela coisa sobre o meu rosto e o seu peso enorme, encarnação de um pesadelo que eu não tinha forças para afastar, pesando-me eternamente sobre o coração. Sob a pressão de tormentos como estes, os fracos resquícios do bem que havia em mim desapareceram. Só os pensamentos pecaminosos me eram familiares - os mais sombrios e os mais infames dos pensamentos. A tristeza do meu temperamento aumentou até se tornar em ódio a tudo e à humanidade inteira. Entretanto, a minha dedicada mulher era a vítima mais usual e paciente das súbitas, frequentes e incontroláveis explosões de fúria a que então me abandonava cegamente.
Um dia acompanhou-me, por qualquer afazer doméstico, à cave do velho edifício onde a nossa pobreza nos forçava a habitar. O gato seguiu-me nas escadas íngremes e quase me derrubou, o que me exasperou até à loucura. Apoderei-me de um machado, e desvanecendo-se na minha fúria o receio infantil que até então tinha detido a minha mão, desferi um golpe sobre o animal, que seria fatal se o tivesse atingido como eu queria. Mas o golpe foi sustido diabólicamente pela mão da minha mulher. Enraivecido pela sua intromissão, libertei o braço da sua mão e enterrei-lhe o machado no crânio. Caiu morta, ali mesmo, sem um queixume.
Consumado este horrível crime, entreguei-me de seguida, com toda a determinação, à tarefa de esconder o corpo. Sabia que não o podia retirar de casa, quer de dia quer de noite, sem correr o risco de ser visto pelos vizinhos. Muitos projectos se atropelaram no meu cérebro. Em dado momento, cheguei a pensar em cortar o corpo em pequenos pedaços e destruí-los um a um pelo fogo. Noutro, decidi abrir uma cova no chão da cave. Depois pensei deitá-lo ao poço do jardim, ou metê-lo numa caixa como qualquer vulgar mercadoria e arranjar um carregador para o tirar de casa. Por fim, detive-me sobre o que considerei a melhor solução de todas. Decidi emparedá-lo na cave como, segundo as narrativas, faziam os monges da Idade Média às suas vítimas.
A cave parecia convir perfeitamente aos meus intentos. As paredes não tinham sido feitas com os acabamentos do costume e, recentemente, tinham sido todas rebocadas com uma argamassa grossa que a humidade ambiente não deixara endurecer. Além do mais, numa das paredes havia uma saliência causada por uma chaminé falsa ou por uma lareira que tinha sido entaipada para se assemelhar ao resto da cave. Não duvidei que me seria fácil retirar os tijolos neste ponto, meter lá dentro o cadáver e tornar a pôr a taipa como antes, de modo que ninguém pudesse lobrigar qualquer sinal suspeito.
Não me enganei nos meus cálculos. Com o auxílio de um pé-de-cabra retirei facilmente os tijolos, e depois de colocar cuidadosamente o corpo de encontro à parede interior, mantive-o naquela posição ao mesmo tempo que, com um certo trabalho, devolvia a toda a estrutura o seu aspecto primitivo.
Usando de toda a precaução, procurei argamassa, areia e fibras com que preparei um reboco que se não distinguia do antigo e, com o maior cuidado, cobri os tijolos. Quando terminei, vi com satisfação que tudo estava certo. A parede não denunciava o menor sinal de ter sido mexida. Com o maior escrúpulo, apanhei do chão os resíduos. Olhei em volta, triunfante, e disse para comigo: «Aqui, pelo menos, não foi infrutífero o meu trabalho.»
A seguir procurei o animal que tinha sido a causa de tanta desgraça, pois que, finalmente, tinha resolvido matá-lo. Se o tivesse encontrado naquele momento, era fatal o seu destino. Mas parecia que o astuto animal se alarmara com a violência da minha cólera anterior e evitou aparecer-me na frente, dado o meu estado de espírito. É impossível descrever ou imaginar a intensa e aprazível sensação de alívio que a ausência do detestável animal me trouxe. Não me apareceu durante toda a noite, e deste modo, pelo menos por uma noite, desde que o trouxera para casa, dormi bem e tranquilamente; sim, dormi, mesmo com o crime a pesar-me na consciência.
Passaram-se o segundo e terceiro dias e o meu verdugo não aparecia. Mais uma vez respirei como um homem livre. O monstro, aterrorizado, tinha abandonado a casa para sempre! Nunca mais voltaria a vê-lo!
Suprema felicidade a minha! A culpa da acção tenebrosa inquietava-me pouco. Fizeram-se alguns interrogatórios que colheram respostas satisfatórias. Fez-se inclusivamente uma busca, mas, naturalmente, nada se descobriu. Dava como certa a minha felicidade futura.
No quarto dia após o crime, surgiu inesperadamente em minha casa um grupo de agentes da Polícia que procederam a uma rigorosa busca. Eu, porém, confiado na impenetrabilidade do esconderijo, não sentia qualquer embaraço. Os agentes quiseram que os acompanhasse na sua busca. Não deixaram o mínimo escaninho por investigar. Por fim, pela terceira ou quarta vez, desceram à cave. Nem um músculo me tremeu. O meu coração batia calmamente como o coração de quem vive na inocência. Percorri a cave de ponta a ponta. De braços cruzados no peito, andava descontraído de um lado para o outro. Os agentes estavam completamente satisfeitos e prontos para partir. O júbilo do meu coração era demasiado intenso para que o pudesse suster. Ansiava por dizer pelo menos uma palavra à guisa de triunfo e para tornar duplamente evidente a sua convicção da minha inocência.
- Senhores - disse por fim, quando iam a subir os degraus. - Estou satisfeito por ter dissipado as vossas suspeitas. Desejo muita saúde para todos, e um pouco mais de cortesia. A propósito, esta casa está muito bem construída (e no meu furioso desejo de dizer qualquer coisa com à-vontade, mal sabia o que estava a dizer). Direi, até, que é uma casa excelentemente construída. Estas paredes... vão-se já embora, meus senhores?... Estas paredes estão solidamente ligadas. - E neste momento, por uma frenética fanfarronice, bati com força, com uma bengala que tinha na mão, na parede atrás da qual se encontrava o cadáver da minha querida esposa.
Ah!, que Deus me livre das garras do arquidemónio! Mal tinha o eco das minhas pancadas mergulhado no silêncio, quando uma voz lhes respondeu de dentro do túmulo: um gemido, a princípio abafado e entrecortado como o choro de urna criança, que depois se transformou num prolongado grito sonoro e contínuo, extremamente anormal e inumano. Um bramido, um uivo, misto de horror e de triunfo, tal como só do inferno poderia vir, provindo das gargantas conjuntas dos condenados na sua agonia e dos demónios no gozo da condenação.
Seria insensato falar dos meus pensamentos. Senti-me desfalecer e encostei-me à parede da frente. Tolhidos pelo terror e pela surpresa, os agentes que subiam a escada detiveram-se por instantes. Logo a seguir, doze braços vigorosos atacavam a parede. Esta caiu de um só golpe. O cadáver, já bastante decomposto e coberto de pastas de sangue, apareceu erecto frente aos circunstantes. Sobre a cabeça, com as vermelhas fauces dilatadas e o olho solitário chispando, estava o odioso gato cuja astúcia me compelira ao crime e cuja voz delatora me entregava ao carrasco. Eu tinha emparedado o monstro no túmulo!
Lendas Urbanas ( O Acidente)
Segundo eu apurei quando estive lá, o fato ocorreu a 20 Km da entrada da cidade.
Um casal de noivos, André e Marcela, recém noivados, estavam rumando para a cidade após a cerimônia de noivado ocorrido na casa dos pais do noivo.
Estavam muito felizes e mal sabiam o que estava para acontecer.
André, cansado da festa e da viagem, pensando no bem estar da noiva e no seu, queria chegar em casa o quanto antes para descansar.
Sempre cuidadoso no trânsito, desta vez estava um bocado acima da velocidade permitida, mas não se dava conta disso, afinal, naquela hora da noite a estrada estava vazia. Apesar do cansaço e da velocidade, a viagem transcorria bem, até que, ao fazer uma curva fechada, foi surpreendido por um caminhão que trafegava em sentido contrário e estava ligeiramente invadindo a faixa contrária.
Se André dirigisse em menor velocidade, talvez conseguisse controlar o veículo, o que infelizmente não foi possível. O veículo rodopiou para fora da curva e veio a colidir com uma árvore. O motorista do caminhão nem se deu conta do ocorrido e seguiu viagem.
Segundos após a colisão, Marcela, quase inconsciente e muito assustada, reparou que sangrava muito, não conseguia respirar direito e sentia uma forte dor no abdômen.
Neste estado, não conseguia discernir o que estava acontecendo, mas, apesar das fortes dores, pode notar que André a retirou no veículo e passou a andar no acostamento da estrada com ela no colo.
Se sentiu aliviada ao pensar que seu grande amor, por estar com ela no colo, deveria estar melhores condições do que ela.
Enquanto carregava Marcela no colo, André se queixava de fortes dores nas pernas.
Aqueles momentos pareciam intermináveis, a estrada estava deserta e não aparecia ninguém para ajudar.
Devido aos ferimentos e ao forte sangramento, Marcela começo a sentir que ia desmaiar.
Segundos antes, pode ouvir claramente André dizer:
- Meu amor, daqui a instantes você vai estar bem, será medicada e vai ficar boa muito rápido.
Lembre-se sempre que meu amor por você sempre foi a coisa mais verdadeira da minha vida.
Após ouvir essas palavras, Marcela perdeu os sentidos, os quais foi recuperar dois dias depois, no hospital, ao sair do coma.
A primeira coisa que fez ao recobrar a consciência foi perguntar por André.
O médico lhe disse que tudo estava bem, para que não se preocupasse e que tentasse descansar. Após ser sedada novamente, a conversa que se seguiu entre o médico e a mãe de Marcela foi, no mínimo, estarrecedora:
- Senhora Júlia, por enquanto sua filha não pode saber que o noivo dela faleceu no mesmo instante. Pobre rapaz, ficou preso às ferragens pelas pernas e não resistiu à hemorragia. Já ela teve mais sorte ao apenas fraturar as duas pernas...
- Sim doutor, ela não saberá por enquanto. André era como um filho para mim. A tristeza por sua perda nem me permite raciocinar... Como é que, apesar dos ferimentos, ela foi parar a 50 metros de um posto policial... três Km do local do acidente...
E você, o que acha?
Teria Marcela percorrido essa distância nas condições em que estava, ou será que, mais do que um torpor irracional de insensatos apaixonados, o amor é uma força tão poderosa que, em casos extremos, pode atravessar a cortina que separa a vida da morte?
Com certeza André sabe a resposta!
LENDAS Urbanas ( Madre Florzinha )
Muitas regiões visitadas estavam repletas de fontes que indicavam que o sobrenatural se fazia presente por lá. Porém, por mais que pareça inusitado, o nordeste do Brasil foi uma das regiões mais ricas em histórias e fatos os quais eu presenciei e registrei, assim, hoje posso relatar sobre eles.
Um dos fenômenos mais assustadores que eu presenciei foi de um espírito do mato, muito semelhante ao Curupira, do folclore brasileiro, mas os cearenses o chamam de... Madre Florzinha...
Essa é a denominação de um espírito do mato que se manifesta nas noites do sertão...
Quando você estiver no sertão do Ceará, lembre-se de tomar cuidado ao sair para caçar de noite.
Se, durante a caçada, você ouvir um assovio de gelar a espinha, tenha certeza que se trata dela! Dizem os matutos que, quando o assovio estiver longe, ela está perto, e quando o assovio estiver perto, ela está longe.
A Madre Florzinha fica se movendo em círculos em volta dos caçadores enquanto assovia...
Aquele silvo parece estar todo a sua volta ao mesmo tempo, se esgueia no meio do matagal como uma cobra, rápido e sorrateiro, desorienta os caçadores e os cães de caça, que, totalmente perdidos, não sabem para onde fugir, tomados pelo terror, nem se livram do assovio que vai e vem, num longo lamuriar.
Mas, se o caçador tem uma grande sorte e encontra o abrigo, como por exemplo, uma casa, esta casa será alvo de pedradas no telhado durante toda a noite... Aqueles que tiveram mais coragem e foram verificar o autor dos arremessos nunca o encontraram, apesar de dezenas de impactos de pedras castigarem o telhado a noite inteira.
Alguns podem dizer que é imaginação, ou o vento, ou outra explicação totalmente imprecisa.
De uma coisa eu estou certo: Nem minha imaginação e nem o vento assoviam à minha volta para me desorientar nem atiram pedras no meu telhado. Para que isso aconteça conforme foi relatado, a origem desses efeitos têm de estar... Além da imaginação!
LENDAS URBANAS( A VIAGEM )
Eles haviam saído de Belém no final da noite, em direção a São Luiz.
A estrada era perigosa, todos sabiam disso. Havia perigo de acidentes, assaltos... mas não era tudo. Havia algo de sobrenatural e temeroso no ar. Como se algo estivesse para acontecer...
Uma criança começou a chorar. A mãe colocou a cabeça da menina no peito e afagou-lhe os cabelos, tentando confortá-la.
Lá na frente, perto do motorista, uma velhinha rezava, segurando um terço.
O motorista suava e, de quando em quando, levava a mão à cabeça, como se houvesse algo ali que o incomodasse.
Súbito apareceu algo no meio da estrada. Parecia um carro policial. Dois homens sinalizavam para que o ônibus parasse.
O motorista se lembrou que era comum os assaltantes se disfarçarem de policiais... isso quando não eram os próprios policiais que praticavam os assaltos.
- Não pare para eles! - gritou um homem, entre lágrimas. São ladrões!
- Vão matar todos nós. - choramingou uma mulher.
Apesar dos protestos, o motorista parou. Os dois homens entraram, armas na mão.
- Todos parados! - berrou um deles.
Havia algo de estranho nos dois... como se fizessem parte de outra realidade. Seus corpos pareciam intangíveis.
- São fantasmas, mamãe. São fantasmas! - gemeu a garotinha. Ele vieram para nos levar...
- Os homens devem se levantar e colocar as mãos para cima.- ordenou o policial.
Os homens, resignados, levantaram-se e deixaram-se revistar. Depois foi pedido que abrissem as sacolas. Os dois olharam tudo, depois saíram.
- Boa viagem! - disse um deles ao motorista, mas ele não respondeu.
Na verdade, o motorista nem mesmo pareceu prestar atenção neles. Ele simplesmente fechou a porta, sinalizou e saiu.
Os dois ficaram lá, parados no meio do mato, observando o veículo se afastar. Um deles encostou no carro e acendeu um cigarro.
- Sabe, eu não entendo porque temos de ficar aqui, no meio desta estrada esquecida por Deus revistando ônibus...
- Você não soube... do ônibus que foi assaltado?
- Não, eu estava de férias...
- Era um ônibus como este... - e apontou com o queixo o veículo que já sumia no horizonte.
Eles pararam no meio do caminho para pegar um passageiro. Era um assaltante. Ele tentou parar o carro, mas o motorista se negou. Foi morto com um tiro na cabeça. O ônibus bateu, então, em um caminhão. Todo mundo morreu.
- Sabe, agora que você falou, estou me lembrando de uma coisa estranha... o cabelo daquele motorista parecia manchado de sangue...
- Você... você anotou a placa? - gaguejou o policial.
- Claro. Está aqui. É OB 1326.
O outro ficou lívido.
- Era... era o ônibus do acidente!
l
lenda urbana= " O mistério do Edifício Joelma "
Lendas urbanas ( um titanic no AMAZONAS )
lenda urbana= " Mãe é Sempre Mãe Até Depois de Morta
Lenda Urbana ( crianças a venda...tratar aqui )
Lendas Urbanas ( A lenda da menina do poço )
Havia também uma rapariga para os lados de Silves que aparecia num riacho, se era a mesma não sei. O encantamento não está sempre no mesmo lugar, vão para onde vêem que possam ser aceites. Segundo contam, se a pessoa aceita comer um figo fica lá no lugar dela e isso assim nunca mais tem fim mas as pessoas diziam que não sabiam responder a isso. Era uma bandeja em prata e ela perguntavam se queriam comer um figo. Esta história da moura com os figos há em vários lugares no Algarve. Mas há coisa de quarenta anos há quem fosse a Albufeira, agora lembrei-me que era em Albufeira, que àquele dia e àquela hora as pessoas iam lá. Um rapaz meu conhecido que era da medicina natural e era daquelas pessoas estudiosas foi lá para vê-la mas quando chegou já não viu nada.
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
vOCÊ é tão gay ...( ur so gay ) parte 2

Ur So Gay
I hope you hang yourself with your h&m scarf
While jacking off listening to mozart
You bitch and moan about LA
Wishing you were in the rain reading hemingway
You don't eat meat
And drive electrical cars
You're so indie rock it's almost an art
You need SPF 45 just to stay alive
(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like…
You're so sad maybe you should buy a happy meal
You're so skinny you should really super size the deal
Secretly you're so amused
That nobody understands you
I'm so mean cause I cannot get your outta your head
I'm so angry cause you rather myspace instead
I can't believe I fell in love
With someone that wears more makeup than...
(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like…
You walk around like you're oh so debonair
You pull em down and there's really nothing there
I wish you would just be real with me
(Chorus)
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
Oh no no no no no no no
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like
No you don't even like boys
You're so gay and you don't even like boys
No you don't even like
No you don't even like... Penis!
vOCê É tÃO gay ...( e nem gosta de garotos) !! PARTE 1


Você É Tão Gay
Eu espero que você se enforque com seu lenço H&M
Enquanto se masturba ouvindo Mozart
Você reclama e fala mal de Los Angeles
Desejando estar na chuva, lendo Hemingway
Você não come carne
E dirige carros elétricos
Você é tão indie rock que é quase uma arte
Você precisa de protetor solar FPS 45 só para ficar vivo
Refrão:
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta...
Você está tão triste, talvez devesse comprar um Mc Lanche Feliz
Você está tão magro, que realmente deveria aumentar o negócio
Secretamente, você fica tão contente
Por ninguém te entender
Me sinto tão inferior, pois não consigo atrair sua atenção
Fico tão brava, porque você prefere o MySpace
Eu não posso acreditar que me apaixonei
Por alguém que usa mais maquiagem do que...
Refrão:
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta...
Você anda por aí como se fosse tão charmoso
Você derruba e na verdade não há nada lá
Eu gostaria que fosse apenas verdadeiro comigo
[Refrão]
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Oh não, não, não, não...
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta de garotos
Você é tão gay e você nem gosta de garotos
Não, você nem gosta
Não, você nem gosta... Pênis!
FeRgAliCiOuS( FERGALICIOSA..) MOrram de desejos....


Fergalicious
Four, tres, two, uno
[will.i.am]
Listen up ya'll cause this is it
The beat that I'm banging is the delicious.
[Fergie]
Fergalicious definition make them boys go loco
They want my treasures so they get their pleasures from my photo
You can see me (you can squeeze me)
I ain't easy (I ain't sleazy)
I got reasons why I tease 'em
Boys just come and go like seasons
[Hook]
Fergalicious (So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is ficticious
I blow kisses
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got
[Chorus]
It's so delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they want a taste of what I got)
I'm Fergalicious (t-t-t-t-t-tasty, tasty)
[Verse 2]
Fergalicious def, Fergalicious def, Fergalicious def
Fergalicious definition make them boys go crazy
They always claim they know me
Comin' to me call me Stacy (Hey Stacy)
I'm the F to the E-R-G the I, the E
And can't no other lady put it down like me
[Hook]
I'm Fergalicious (so delicious)
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness
I put your boy on rock, rock
And he be lining down the block just to watch what I got
[Chorus]
It's so delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they want a taste of what I got)
I'm Fergalicious (hold hold hold hold hold up, check it out)
[Vamp]
Baby, baby, baby
If you really wanna play
Honey, give me some patience
Baby, then you'll get a taste
Of my tasty, tasty, I'll be laced with lacey
It's so tasty, tasty, It will make you crazy
[will.i.am]
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y girl you tasty
D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the, to the, hit it Fergie
[Fergie]
All the time I turn around, brothers gather 'round always looking at me up and down lookin' at my uuhh
I just want to say it now I ain't tryin' to 'round up drama little mama I don't wanna take your man
And I know I'm coming off just a little bit conceited and I keep on repeatin' how the boys want to eat it
But I'm tryin' to tell that I can't be treated like clientele
Cuz' they say she's delicious
(So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got, got, got ,got
Four, tres, two, uno
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness
I put your boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got
[Chorus]
It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t tasty, tasty
It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t-t-t-t-t-t
[Will I Am]
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty
To the T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A, to the, to the, to the, to the (four, tres, two, uno)
D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S
to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the, to the
Four, tres, two, uno
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty
T to the A to the S-T-E-Y, girl you tasty, T to the A, to the, to the, to the, to the
Four, tres, two, uno
D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S
to the D to the E to the L-I-C-I-O-U-S, to the D to the E to the, to the, to the,to the, to the, to the.
Fergaliciosa
Quatro, três, dois,
[will.i.am]
Escutem galera, pois essa
Batida que estou lançando é deliciosa.
[Fergie]
Definição Fergaliciosa faz os garotos ficarem loucos
Eles querem meus tesouros e ficam curtindo ver minhas fotos
Você pode me ver (você pode me apertar)
Eu não sou fácil (eu não sou vagabunda)
Eu tenho razões para provocar,
esses garotos apenas vêm e vão como estações do ano
[Hook]
Fergaliciosa (tão deliciosa)
Mas eu não sou promíscua
E se você tinha suas dúvidas,
toda essa merda é fictícia
Eu mando beijos
Que colocam os garotos pra balançar, balançar
E eles se juntam na rua, só pra me ver passando
[Refrão]
É tão delicioso (quente, quente)
Tão delicioso (Eu deixo os caras loucos)
É tão delicioso (Eles querem experimentar o que eu tenho)
Eu sou Fergaliciosa, (g-g-g-gostosaa)
[Verso 2]
Definição Ferg-, Definição Ferg-, Definição Ferg-
Definição Fergaliciosa faz os garotos ficarem loucos
Eles sempre dizem que me conhecem,
Vão me chamando de Stacy (Oi Stacy)
Eu sou a F, até o E, R, G, vem o I e o E
E nenhuma mulher sabe rebolar como eu
[Hook]
Eu sou Fergeliciosa (tão deliciosa)
Meu corpo é viciante
eu fico na academia trabalhando o que é meu
Ele é minha testemunha
Eu coloco seu homem pra balançar, balançar
E ele está esperando na rua só pra me ver passar
[Refrão]
É tão delicioso (Que gata, que gata)
Tão delicioso (Eu deixo os caras loucos)
É tão delicioso (Eles querem experimentar o que eu tenho)
Eu sou Fergaliciosa (ca-ca-ca-calma aí! Saca só)
[Vamp]
Baby, baby, baby
Se você quer mesmo brincar
Amor, mantenha sua paciência
Baby, então você vai experimentar
Do meu gosto, gosto, gostoso, eu vou ser laçada com gosto
é tão gostoso, gostoso, isso vai te deixar louco
[Will.I.am]
G até o O depois S-T-O, gata você é gostosa G até o O depois S-T-O,
D para o o E, para o L-I-C-I-O-S-A, para o D, para o, E, vai Fergie
[Fergie]
Toda vez que eu passo, um monte de caras ficam me olhando de cima à baixo e olham pra minha... uh
eu vou falar na cara, sem frescura gatinha eu não quero roubar seu homem
E eu sei que eu estou sendo um pouco convencida e eu estou continuando a repetir que eles querem 'me comer'
Mas não venha me tratar como uma mercadoria
Pois eles dizem: Ela é deliciosa
(tão deliciosa)
Mas não sou promíscua
E se você está duvidando,
toda essa merda é mentira
Eu mando beijos
Que colocam os garotos pra balançar, balançar
E eles fazem fila na rua, só pra ver o que eu tenho
Quatro, três, dois, um
Meu corpo é viciante
eu fico na academia trabalhando o que é meu
Ele é minha testemunha
Eu deixo seu homem louco
E ele está esperando na rua só pra me ver passando
[refrão]
É tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso(ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
Eu sou Fergaliciosa, e-e-e-experimente-mente
É tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
é tão delicioso (ai, ai, ai, ai)
Eu sou Fergaliciosa, e-e-e-experimente-mente
[Will.I.am]
G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa, G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa
G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa, G depois o O depois S-T-O, gata você é gostosa (Quatro, três, dois, um)
D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O
Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois o, depois o, depois o
Quatro, três, dois, um!
G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é, G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é
G depois o O depois S-T-O, garota seu gosto é, G depois o O depois o, depois o, depois o
Quatro, três, dois, um!
D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O
Vem o D depois o E depois L-I-C-I-O-S-O, Vem o D depois o E depois o, depois o, depois o
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
blog PetrobusRJ
..........Meus seguidores ..... peço um pequeno favor:: acessem o blog ( PetrobusRJ ) e votem !
_----------> esse blog é para todos os busologos! e tambem quem gosta de ônibus! gente akii entre nós !!cada modelo de onbus lindo!! ah e ajudem a divulgar ok ?? eu adoro vcs !! meus fieis seguidores !!!sZSzsZS endereço :(http://www.petrobusrj.blogspot.com/)
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
°°°°°GLAMOUR ZOMBIE°°° !!
AMIGOS : .............................. quero dizer o seguinte: adorei a festinha !!! adoro vcs !!!! e concerteza !! estarei aprontado + e + com vcs !!!! kkk a todos meus amigos e os novos neh :::( WAYLLA , MAYANNE, CARLA, CAROL, JHON-JHON, MANU, IGOR LEITE, * FABANO, SANNARA, RAMON !! ESSE SÁBADO FOI FODASTICO !!!
domingo, 28 de novembro de 2010
MOMENTO SAUDADE......

Quando vem a saudade
O tempo volta atrás
O amor vem a realidade
Te esquecer jamais
Quando vem a saudade
Tudo faz lembrar
Todo o amor que eu te dei
E tudo volta num piscar
Toda a lágrima
Que por você eu chorei
Não foi em vão
Agora eu sei
Todo amor que eu senti
Por você, não foi em vão
Com você aprendi
A escutar meu coração
Quando vem a saudade
Agora sei, que nunca esquecerei
O quanto te amei de verdade
Um amor que sempre levarei
Para toda a eternidade.
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
PRESENÇA
É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos…
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo…
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto – em mim – a presença misteriosa da vida…
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato…
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
by Mário Quintana
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
Em alguma outra vida,
devemos ter feito algo de muito grave,
Para sentirmos tanta saudade…
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé , doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa,
Dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe,
Saudade de uma cachoeira da infância,
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais,
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu,
Saudade de uma cidade,
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem estas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar no quarto e ela na sala, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela pra faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi à consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre culpada,
Se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet,
A encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros,
Se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua detestando McDonalds,
Se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento,
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música,
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
É não saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso…
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.
Saudade é isso que eu estive sentido enquanto escrevia
E o que você provavelmente estará sentindo depois que acabar de lerBY: MIGUEL FALABELLA.
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A UM AUSENTE
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
by Carlos Drummond de Andrade